VILA VERDE -

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Reutilização deu novos sons e instrumentos às crianças de Barbudo

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A EB 1 de Barbudo acolheu esta manhã a iniciativa “Do lixo se faz música”, um workshop promovido pela Braval em que os participantes aprenderam a transformar objectos “comuns” em instrumentos musicais reutilizando-os. A actividade foi dinamizada e coordenada pelo professor de música Paulo Coelho de Castro.

Com dezenas de crianças na plateia, professores e auxiliares, a sessão contou com a presença da Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, que em declarações à comunicação social destacou a importância de uma acção que alia «a cultura ao ambiente e à educação».

Ângela Ferreira, que durante o dia de hoje estará no distrito de Braga no âmbito da comemoração dos três anos de Governo socialista, afirmou que «a cultura deve promover eventos como este para sensibilizar a população no geral, essencialmente as crianças, para que percebam a importância do desenvolvimento sustentável e o impacto das nossas acções nos recursos naturais do planeta».

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A Secretária de Estado referiu ainda que «as crianças são os melhores veículos para esta mudança de atitudes e mudança de hábitos. Começar a sensibilizar as crianças na escola é muito importante para este “virar” de atenção para a preservação dos recursos naturais».

BRAVAL PROMOVE INICIATIVA PELO QUARTO ANO CONSECUTIVO

É já o quarto ano consecutivo que a Braval promove esta iniciativa, no âmbito da semana europeia para a prevenção de resíduos.

Pedro Machado, director-geral executivo da Braval, explicou que a aposta recaiu naqueles que são os «maiores actores, as crianças. Só conseguimos mudar mentalidades no que toca à reciclagem, à reutilização e à redução de resíduos através das crianças, massificando a educação e a sensibilização ambiental. Temos condições, só falta cultura, cidadania e educação».

A Vereadora do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes, esclareceu que «a actividade está ainda inserida no programa Escola mais Verde, que já vai na sua 9ªediçao, assente na preocupação e educação ambiental».

«Acreditamos que é junto dos mais novos que conseguimos mudar os hábitos. São eles que levam a mensagem para casa. É junto dos mais novos que tentamos incutir esses comportamentos», disse Júlia Fernandes.

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