BRAGA - Ricardo Rio desafiado a ordenar vacinação obrigatória a todas doenças infectocontagiosas no canil municipal

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Ricardo Rio desafiado a ordenar vacinação obrigatória a todas doenças infectocontagiosas no canil municipal

O movimento Braga para Todos desafia Ricardo Rio, presidente de autarquia, a “ir além” do que a lei obriga (vacina da raiva) e introduzir a  obrigatoriedade de todos os cães ao entrarem no CROA (Centro de Recolha Oficial de Animais), vulgo canil, serem vacinados  contra doenças infectocontagiosas, que protegem os animais contra doenças na maioria letais”, nomeadamente esgana, parvovirose, leptospirose, entre outras.

A ‘reivindicação’ daquele movimento cívico surge após ter chegado ao seu conhecimento que um canídeo deu entrada no canil com esgana.

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O Braga para Todos acrescenta que a vacinação e os reforços, já a cargo dos adoptantes “podem impedir estes surtos que por norma matam números elevados de animais  acabando por ser uma situação desagradável e triste”.

Acreditamos que neste momento, esta situação é revoltante para os activistas da causa animal, como também para as associações e para a veterinária municipal, pois já verificamos que tem apreço pelos animais e evitar a eutanásia, mas esta doença cria um grande sofrimento no animal e não há opção em alguns casos, a não ser dar-lhes uma morte o mais digna possível”, acrescente o movimento em nota às redacções.

O Braga para Todos apela, “mais uma vez”, a Rio para fazer ”a diferença e ir mais além  nas políticas públicas de protecção animal ao vacinar os animais contra doenças infecto contagiosas iniciando às seis semanas de vida do animal e depois mais dois reforços”-

O canil municipal encontra-se fechado e todos os animais já foram alvo de análises, segundo comunicado da AGERE, mas na opinião do Braga para Todos este deve estar agora num processo de desinfestação que pode durar vários dias.

A esgana canina é altamente contagiosa, afecta os pulmões, intestino e sistema nervoso transmitindo-se facilmente de cão para cão, através do contacto com urina, sangue ou saliva. O diagnóstico é através de análises à urina ou sangue. A doença não tem cura e os tratamentos são focados nas infecções secundárias e controle dos sintomas.

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