CASO JOÃO GOMES

CASO JOÃO GOMES -

Salvador quer auditoria externa às contas do Sporting de Braga

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

O presidente do Sporting de Braga, António Salvador, quer fazer uma auditoria às contas do clube por uma entidade externa e “altamente credível”. O presidente da mesa da assembleia geral (AG) do clube fez, ontem à noite, o anúncio da decisão, no final de uma reunião dos  órgãos sociais:

“O presidente comunicou que pretende uma auditoria externa e independente às contas do clube, auditoria esta com o mínimo de três anos e a ser realizada por uma entidade altamente credível, que efetue toda a monitorização e verificação da gestão “, disse. Acrescentou que a decisão “resulta de declarações de alguém que esteve muito próximo da gestão e colocou em causa o bom exercício da mesma.

Sob o lema de ‘quem não deve não teme’, queremos transparência absoluta”, disse numa referência implícita às críticas do ex-diretor geral do clube, João Gomes, que foi despedido, em rota de colisão com António Salvador.

PUBLICIDADE

A posição tomada pelo presidente do clube surge após João Gomes ter  dito, em conferência de imprensa, realizada na Póvoa de Varzim, acompanhado do advogado Rui Jorge Santos, que o clube “está mal gerido, tem uma situação financeira “preocupante” e que há membros

diretivos que fazem negócios com empresas de que são donos”. E pediu aos associados que promovam a realização de auditorias externas às contas e à gestão.

João Gomes, que entrega dentro de dias no Tribunal de Trabalho a sua contestação ao despedimento garante que foi despedido por ter manifestado discordâncias “éticas” com a gestão, e anuncia, que, com a ação judicial, “serão conhecidos factos muito graves”, mas não relativos à sua conduta.

Reconhece que, nos últimos anos, com a gestão de Salvador, “o clube teve um crescimento assinalável, fruto de uma equipa onde trabalhou, “com orgulho”, mas sublinha que tal não justifica comportamentos  autoritários. “A Administração existe para servir o clube e não para  se servir dele”, acentua.

Exemplifica esta crítica com o facto de não ser aceitável que o clube celebre negócios com empresas onde os membros da sua direção tenham interesses pessoais”.

João Gomes garante que tudo fez para servir o clube, e pede aos sócios que “exijam transparência e cumprimento dos princípios de boa gestão do clube e da SAD, onde há dirigentes com ações a título pessoal”.  Sugeriu, por isso, aos sócios que peçam auditorias externas.

FOTO: O Jogo

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS