ESTA SEXTA-FEIRA -

ESTA SEXTA-FEIRA - -

Saúde e Educação deverão ser as áreas mais afectadas pela greve na função pública

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Os funcionários públicos cumprem, esta sexta-feira, uma greve nacional, que deverá ter maior impacto nas áreas da saúde, finanças e educação, podendo até levar ao encerramento de algumas escolas.

Relativamente ao protesto, onde estão envolvidos os sindicatos da CGTP e da UGT, está o facto de o Governo prolongar o congelamento salarial por mais um ano, limitando-se a aumentar o nível remuneratório mais baixo da administração pública, de 580 para 635,07 euros, na sequência de um aumento do salário mínimo nacional para os 600 euros.

A paralisação, que começou por ser marcada há cerca de um mês pela CGTP, surgiu numa altura em que o Governo ainda poderia apresentar uma proposta de aumentos generalizados para a função pública, algo que não chegou a acontecer. Já a FESAP e a FNE, filiadas na UGT, marcaram posteriormente greve para a mesma data e pelos mesmos motivos.

PUBLICIDADE

PRÉ-AVISO DE GREVE PARA QUINTA-FEIRA

A FESAP e FNE emitiram igualmente um pré-aviso de greve para quinta-feira, para assim dar cobertura legal a quem queira participar numa concentração que vão promover ao início da tarde em Lisboa, em frente ao Ministério das Finanças.

Nesta acção, que contará com a presença do secretário-geral da UGT, será aprovada uma resolução para entregar no Ministério das Finanças.

«ELEVADA ADESÃO NA EDUCAÇÃO E SAÚDE»

O secretário-geral da FESAP, José Abraão, informou que «a greve deverá ter uma elevada adesão, sobretudo na educação, na saúde e nos bombeiros, porque os trabalhadores não aceitam mais um ano sem aumentos e exigem uma negociação séria, com compromissos claros».

Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, revelou à Lusa que acredita que esta greve vai ter «uma grande adesão, pois os trabalhadores da administração pública estão muito mobilizados e existe maior unidade do que nas greves anteriores, concretizadas nesta legislatura», referindo-se à adesão de sindicatos de médicos e de enfermeiros.

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS