A noite caiu sobre Braga com um brilho invulgar. No horizonte, a superlua — a única deste mês — ergueu-se lentamente, dourada e imponente, desenhando sombras nas fachadas antigas e refletindo-se nas janelas da cidade.
Entre os que não quiseram perder o momento esteve Fernando Araújo, bracarense e apaixonado pela fotografia. Através da sua lente, registou a lua. “Super Lua Braga Portugal”, escreveu nas redes sociais, acompanhando a imagem que rapidamente se espalhou entre amigos e curiosos.
Fenómenos como este continuam a despertar o mesmo espanto que há séculos guiava os calendários agrícolas. Muito antes de haver relógios ou previsões digitais, os agricultores da América do Norte olhavam para a lua cheia como um marcador natural do tempo — cada uma associada a uma estação, a uma colheita, a um ciclo.
Foto: Fernando Araújo



