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Terceira fase da requalificação do Bom Jesus estimada em 2,3 milhões

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A Confraria do Bom Jesus de Braga vai candidatar a fundos comunitários as obras da terceira fase de requalificação do Santuário, que é património da Humanidade, um investimento estimado em 2,3 milhões de euros.

O seu responsável, Cónego Mário Martins, disse que o projecto, intitulado Requalificar III, inclui a criação do Centro Interpretativo do Bom Jesus, que receberá o nome de Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, um outro centro interpretativo, este especificamente voltado para explicar a história e o funcionamento do elevador, e ainda a restauração e valorização da antiga Casa dos Correios, que se encontra muito degradada.

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Prevê também outras intervenções, com projectos do arquitecto Carvalho Araújo e do atelier Beco da Bela Vista, que passam pela requalificação do apeadeiro e zona envolvente do elevador e ainda pela alteração da circulação de carros na zona e dos respectivos parques de estacionamento e pela instalação de sinalética.

O líder da Confraria salientou que as obras derivam, desde logo, dos compromissos assumidos perante a UNESCO, que exigiu por exemplo a demolição de um bar em cimento, e da necessidade de qualificar a visita (um milhão de pessoas por ano), valorização, divulgação e promoção.

Salientou que a Confraria e os restantes parceiros esperam ter a candidatura aprovada pelo programa Portugal 20-30 até Setembro de 2023, para em Dezembro poder ser apresentado em relatório à UNESCO.

Mário Martins enalteceu o labor do prelado – que dia 13 abandona a função – em prol do Bom Jesus e este disse que aceita a distinção, embora não goste de o ver em placas ou na rua.

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