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Traficantes furtam 6900 euros a consumidor que lhes foi comprar droga

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Comprava uns tacos de droga para consumo. Que lhe saíram muito caros! Os traficantes, três homens de Braga, toparam, certo dia, que tirara uma nota de 50 euros, para pagar dívidas de fornecimento, num envelope que trazia com 6900 euros em dinheiro.

Descuido que lhe foi fatal. O trio, Carlos Alves, Manuel Fabiano Marques e Miguel Ângelo da Costa, foram atrás dele e roubaram-lhe a “massa”.

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Foram, agora, condenados no Tribunal de Braga a penas que variam entre os dois anos e três meses e um ano e dois meses de prisão. Suspensas, mas com a condição de devolver a quantia roubada.

David tinha recebido sete mil euros das mãos da então namorada, Ana, que esta pedira emprestados no banco Santander, com o objectivo de comprar um carro.

Em Dezembro de 2017, foi ter com os três arguidos para comprar mais uma dose e pagar outras que tinha levado a crédito.  E mostrou o envelope!

Quando o viu, o trio, com idades entre os 19 e os 25 anos, combinou, entre si, furtá-lo. Mais tarde, foram procurar David na Rua Conde de Aurora, em Braga, onde este morava. Encontraram-no na zona e sacaram-lhe o dinheiro. Que distribuíram entre si.

Posteriormente, como a vítima insistia que queria os 6900 euros de volta, Miguel Ângelo ameaçou-o através de mensagem telefónica (SMS): “até as orelhas te vou tirar!”.

No julgamento, o colectivo de juízes concluiu que dois deles tinham já sido condenados, Miguel Ângelo por coacção e ameaça agravada (crimes estes julgado no Tribunal de Vila Verde), bem como por condução sem carta, furto de uso de veículo, injúria agravada e detenção de arma proibida.

Manuel Fabiano fora condenado por furto qualificado, injúria agravada e ofensa à integridade física qualificada.

Assim, o Tribunal condenou Miguel Ângelo a dois anos e três meses de prisão, por furto e coacção, com a obrigação de restituir 2300 euros à vítima.

Manuel Fabiano foi sentenciado a dois anos de prisão e ficou obrigado a devolver 1800 euros.

Carlos Daniel, que teve menor participação no crime e não tinha antecedentes, ficou com um ano e dois meses de cadeia, e com a obrigação de devolver 1400 euros. Se não devolverem o dinheiro, cumprirão a pena.

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