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Tribunal julga gangue que assaltou mulheres idosas na rua ou à porta da igreja em Barcelos e Famalicão

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São cinco, um homem e quatro mulheres. Assaltaram, por esticão, seis mulheres, a maioria delas idosas no adro de igrejas ou na rua, em Famalicão e Barcelos. Vão ser julgados no Tribunal de Braga.

A acusação diz que os arguidos, cinco residentes na Maia e um em Rio Tinto, escolheram como suas vítimas preferencialmente pessoas do sexo feminino e de idade avançada ou com mobilidade reduzida.

Em todos os assaltos esteve Eduardo João Cardoso, de 60 anos, tido como o cabecilha do grupo. Em agosto de 2019, às 15h30, este arguido foi, acompanhado de uma mulher, à Igreja da Nossa Senhora da Guia, em Outiz, Famalicão, tendo ambos abordado uma mulher, de 81 anos, que fazia um arranjo floral no adro. O Eduardo deitou-lhe uma mão ao pescoço e com a outra, agarrou e puxou o fio em metal não precioso que trazia ao pescoço, rebentando-o. Alguns dias depois, a cena repetiu-se, desta vez na rua, em Grimancelos, Barcelos: uma das arguidas pediu a uma mulher de 85 anos para encher uma garrafa de água e, roubou-lhe, o fio de ouro e a medalha – avaliados em cinco mil euros – que trazia ao pescoço. Seguiu-se outro esticão a uma mulher de 89 anos em Landim, Famalicão, que ficou sem um fio de ouro com o valor de mil euros. A vítima caiu ao chão e ficou com equimoses e arranhões na cara. Em 25 de agosto, o Eduardo e três arguidas, foram a Roriz, Barcelos e furtaram o fio de ouro, com uma medalha e um crucifixo, a uma mulher de 61 anos. Foram depois penhorá-lo a uma casa do ramo.

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Em setembro, o Eduardo e duas mulheres voltaram a Roriz, onde toparam que uma casa estava aberta e o seu dono a agricultar uns campos nas redondezas. Entraram e furtaram uma bolsa com 230 euros e dois cartões bancários. Foram, a seguir, a uma caixa multibanco, onde levantaram 400 euros e ainda usaram um dos cartões para fazer uma transferência de 1500 euros para a conta de uma das arguidas.

O último roubo deu-se a 16 de setembro em Remelhe, Barcelos. A vítima foi uma mulher de 83 anos que ficou sem uma aliança e um anel, que valem 400 euros. Nesse mesmo dia, foram perseguidos pela GNR, que os deteve e recuperou os dois objetos.

Vão ser julgados por roubo, roubo qualificado, e furto qualificado.

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