O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado em segurança, juntamente com a primeira-dama Melania Trump, na noite de sábado, após um tiroteio nas imediações do jantar anual dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington.
O incidente ocorreu junto ao hotel Washington Hilton, onde decorria o evento, quando um homem armado disparou uma espingarda contra um agente dos Serviços Secretos num posto de controlo. O suspeito acabou por ser rapidamente imobilizado e detido pelas autoridades.
De acordo com declarações de Donald Trump, o agente atingido foi salvo pelo colete à prova de balas, encontrando-se em “bom estado”. “Um homem irrompeu por um ponto de controlo com várias armas. Foi apanhado por corajosos membros dos Serviços Secretos que agiram prontamente”, afirmou o presidente, numa conferência de imprensa na Casa Branca.
“O agente foi alvejado de muito perto com uma arma muito poderosa, mas o colete cumpriu a sua função”, acrescentou.
O presidente indicou ainda que o suspeito, alegadamente natural da Califórnia e com cerca de 30 anos, foi capturado no local e que as autoridades já realizaram buscas na sua residência. “Pensam que foi uma ação solitária, e eu concordo”, referiu, acrescentando que o indivíduo será “uma pessoa muito perturbada”.
Questionado sobre se seria o alvo do ataque, Donald Trump respondeu: “Acho que sim”, sublinhando que “essa gente é louca e nunca se sabe”.
As autoridades acreditam que o suspeito estaria hospedado no próprio hotel onde decorria o jantar e que agiu sozinho, apesar de estar na posse de várias armas de fogo e facas. Até ao momento, as motivações do ataque permanecem desconhecidas.
Imagens de videovigilância do momento da detenção foram posteriormente divulgadas por Donald Trump na rede social Truth. O suspeito deverá ser presente a tribunal federal na próxima segunda-feira.
[email protected] / Com Agências



