A Universidade do Minho associou-se à celebração do primeiro European Doctoral Day, iniciativa europeia criada para valorizar a formação doutoral e destacar o contributo dos doutorandos para o progresso científico, social e económico num contexto global em constante transformação.
A efeméride reuniu na quarta-feira instituições e redes europeias ligadas à formação avançada, com o objetivo de inspirar futuros investigadores, sensibilizar empregadores para o valor dos doutoramentos e dar visibilidade à diversidade de percursos profissionais que podem resultar desta qualificação académica.
No âmbito das comemorações, o Colégio Doutoral da UMinho promoveu a sessão “Vem conversar sobre… Ainda vale a pena fazer um doutoramento?”, realizada no espaço B-Lounge do campus de Gualtar, em Braga.
A abertura contou com a intervenção da diretora do Colégio Doutoral, Margarida Correia-Neves, tendo sido também apresentado um mural interativo destinado à partilha de mensagens e reflexões por parte dos estudantes.
O programa incluiu ainda uma mesa-redonda com testemunhos de académicos e profissionais ligados à investigação e inovação. Participaram António Salgado, Filipe Alves, engenheiro de I&D do DTx – Laboratório Colaborativo em Transformação Digital, e três doutorados ligados à criação de empresas spin-off da academia minhota: Miguel Ferreira, Neide Vieira e Sara Madeira.
A moderação esteve a cargo de Luís Ferreira, membro da comissão coordenadora do Colégio Doutoral.
A iniciativa terminou com um momento informal de networking entre oradores, estudantes de doutoramento e mestrado e representantes de comissões diretivas de pós-graduações.
Paralelamente, o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade promove esta quinta-feira um seminário doutoral integrado nas comemorações dos seus 25 anos de atividade.
A sessão decorre a partir das 14h30, na sala de atos do Instituto de Ciências Sociais, no campus de Gualtar, contando com intervenções de Margarida Correia-Neves, João Sarmento e Madalena Oliveira.
O programa inclui ainda testemunhos de internacionalização de quatro doutorandos do CECS — Chisoka Simões, Tânia Pereira, Inês Mendes e Joana Alves — e uma mesa-redonda dedicada à aliança universitária europeia Arqus.
Nesta discussão participam Natália Antunes, bem como, por via online, Pedro Francés Gómez e Verónica Costa.




