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Variante à EN 101. PS elogia Governo e critica Câmara: «Gerir um concelho não é gerir uma comissão de festas»

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O PS de Vila Verde congratulou-se, esta sexta-feira, em comunicado, a decisão do Governo de incluir uma variante à Estrada Nacional 101 no Programa Nacional de Investimentos 2030, aproveitando a ocasião para criticar o executivo camarário (PSD).

«Esta é uma obra reclamada há muitos anos pela população – e esquecida por todos os Governos anteriores – e a decisão do Governo é um motivo de satisfação e uma vitória para todos os vilaverdenses», refere.

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Para a estrutura socialista local, liderada por Samuel Estrada, esta intervenção «resolverá aquele que é o maior constrangimento no desenvolvimento do concelho e o que mais penaliza a qualidade de vida dos vilaverdenses».

«Ainda há passos a dar para a sua concretização, mas esta é uma decisão determinante para que a obra seja executada nos próximos anos, já que agora lhe estão associadas verbas e compromissos», aponta.

Acrescenta que o PS de Vila Verde «não pode deixar de registar, agradecer e felicitar a determinação e empenho» dos seus autarcas, «principalmente do vereador José Morais que procurou sempre demonstrar o mérito e necessidade desta obra junto Governo num trabalho incansável e que foi decisivo para este desfecho».

CRÍTICAS AO PSD

No texto, os socialistas deixam críticas ao PSD, considerando que «andou distraído durante 24 anos».

«Apesar do momento de satisfação que vivemos, não podemos deixar de registar que o PSD governa os destinos do concelho há 24 anos, com distracções a mais. Toda e qualquer vila que nos rodeia tem variantes há vários anos (por exemplo, Ponte da Barca, Arcos  de Valdevez ou Ponte de Lima)», refere.

Segundo o PS, «Vila Verde é das poucas sedes de concelho no país que tem uma estrada nacional a passar pelo seu meio e que não tem qualquer variante».

«Passados estes 24 anos de poder do PSD em Vila Verde, fica à vista de todos que a Câmara errou na estratégia de desenvolvimento, não dando a importância devida aos aspectos essenciais. Gerir um concelho obriga a ter vistas largas, a ser determinado, a agir, a ir aos locais onde podemos ter apoios e, se necessário, bater o pé aos nossos governantes, mesmo que eles sejam do nosso partido. Gerir um concelho não é gerir uma comissão de festas», frisa.

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