A candidatura do PS à Câmara de Vila Verde, liderada por Filipe Silva, conta com Ricardo Gama e Gorete Pimentel, que em 2021 foi a candidata do Bloco de Esquerda ao município, nos primeiros lugares da lista.
Seguem-se José Eduardo Roque, Sandra Carvalho de Sousa, Samuel Gouveia Duarte e Patrícia Daniela Gonçalves, de acordo com os documentos entregues esta segunda-feira no Tribunal de Vila Verde.
Já a candidatura à Assembleia Municipal é encabeçada por Carlos Araújo, com Joaquim Oliveira, Maria José Fernandes, Jorge Gonçalves, Patrícia Daniela Gonçalves, Pedro Araújo, Aires Fumega, Filipa Marques, Pedro Almeida e Joana Fernandes nos lugares seguintes.
O partido concorre às freguesias de Vila Verde e Barbudo (João Abel Mota), Soutelo (João Araújo Silva), Pico São Cristóvão (Júlio Ribeiro Mota), Vila de Prado (Pedro Almeida), Pico de Regalados, Gondiães e Mós (José Malheiro), Esqueiros, Nevogilde e Travassós (Bernardo Silva), Ribeira do Neiva (Luís Miguel Silva), Cabanelas (Aires Fumega), Lage (Pedro Araújo), Lanhas (Daniel Oliveira) e Moure (Elisabete Silva).
GANHAR REPRESENTAÇÃO
Em declarações ao jornal “O Vilaverdense”, o líder da candidatura à Câmara e presidente da concelhia socialista, Filipe Silva, disse que o PS tentou ter a maior representação no concelho e salientou que, em eleições, “importa a qualidade e não a quantidade” de listas apresentadas.
“Temos pessoas que podem acrescentar e representar os desígnios do PS”, vincou, sublinhando que “há candidaturas independentes que também contam com o apoio” da candidatura socialista.
No caso das listas aos órgãos municipais, “este é um PS que aparece renovado”, evidenciou Filipe Silva, garantindo ter uma “equipa pronta para governar”, “com histórico e elementos que dominam várias áreas do conhecimento e têm várias experiências profissionais”.
Questionado sobre as expectativas para o ato eleitoral, disse que o objetivo é “trabalhar para convencer os vilaverdenses, através das ideias, que este é um projeto de valor acrescentado”. “Após 28 anos de governação do PSD, acreditamos que é possível uma equipa diferente fazer diferente por Vila Verde”, vincou.
Segundo Filipe Silva, depois de 2021 o partido ter ficado apenas com um vereador e ter visto baixar o número de eleitos na Assembleia Municipal, “tudo o que for ter mais representação é uma vitória” para o PS, que atualmente também não governa qualquer freguesia do concelho.
“O PS é a única oposição que existe em Vila Verde, tem sido nos últimos quatro anos o único a fazer oposição ao atual executivo, fomos os únicos que contrariamos e apresentámos propostas na Assembleia Municipal. Por isso, o que defendemos e a nossa forma de estar já é conhecida de todos os vilaverdenses”, garantiu.
ZAMITH NO CHEGA
Sobre a saída de Júlio Zamith Rosas para o Chega, onde será o quarto da lista liderada por Filipe Melo, Filipe Silva afirmou que essa é uma “decisão pessoal” e da qual “não ficam ressentimentos”.
“Só está no PS quem se revê na ideologia do PS e, por isso, qualquer elemento que não se identifica com o partido ou com a nossa forma de estar no concelho tem todo o direito a poder estar noutro partido”, vincou, sublinhando a ideia que “estar num partido não é estar num clube de futebol”. “Se as pessoas discordam do que é a ideologia, têm todo o direito de poder estar noutra força política”, reiterou Filipe Silva.



