O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste registou uma ligeira subida na última semana. Entre 3 e 10 de setembro, o cabaz alimentar ficou 9 cêntimos (mais 0,04%) mais caro e custa agora 240,65 euros.
Este é um dos preços mais elevados desde que a organização de defesa do consumidor começou a acompanhar o preço deste cesto de bens essenciais.
No início deste ano, a 1 de janeiro, o cabaz alimentar custava menos 4,48 euros (menos 1,9%). Já em janeiro de 2022, os consumidores gastavam menos 52,95 euros (menos 28,21%) para comprar exatamente os mesmos produtos alimentares.
O típico regresso à rotina em setembro ficou mais caro: há um ano, a 11 de setembro, o carrinho de compras custava menos 13,05 euros (menos 5,73%).
E foram alguns dos produtos que compõem um pequeno-almoço comum que registaram um maior aumento percentual de preço, quer na última semana, quer no último ano.
Entre 11 de setembro de 2024 e 10 de setembro de 2025, os produtos com maiores aumentos estão em muitas mesas pela manhã: cereais integrais (mais 1,28 € ou 41%), café torrado moído (mais 1,55 € ou 41%) e ovos (mais 0,57 € ou 39%).
MAIORES AUMENTOS
Na última semana, entre 3 e 10 de setembro, os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente foram os cereais integrais, o café torrado moído, o queijo flamengo fatiado embalado e o pão de forma sem côdea.



