O Centro Social do Vale do Homem (CSVH), sediado em Lanhas, no concelho de Vila Verde, lançou esta quarta-feira o “Pacto pela Inclusão”, uma iniciativa da sua autoria que reúne 13 organizações e empresas da região com o objetivo de “promover a inclusão, valorizar a diversidade e criar ambientes mais acessíveis e equitativos”.
ATAHCA, Caixa de Crédito Agrícola do Alto Cávado e Basto, Vilaverdense Futebol Clube, Associação Empresarial do Vale do Homem (AEVH), PGROUP, Restaurante Palácio, Grupo Cultural, Desportivo e Recreativo de Lanhas, Restaurante Hotel Troia, NUWAVE ASSIST SA, Grupo DG, Topbois, JPA Construtora e Pedrivalões Group são as entidades que assinaram este acordo.
Em comunicado, o CSVH refere que “o Pacto pela Inclusão visa sobretudo aumentar a empregabilidade de pessoas com deficiência, incluindo os utentes do CSVH, através da criação de oportunidades concretas no mercado de trabalho”.
“As organizações aderentes comprometem-se a implementar práticas inclusivas, integrar políticas que promovam a diversidade e colaborar em projetos que reforcem a participação plena de todas as pessoas, garantindo que ninguém é excluído dos contextos educativos, laborais ou sociais”, assinala.
De acordo com a instituição, “algumas das entidades presentes confirmaram que irão avançar com processos de contratação destes jovens com deficiência, sendo que o próprio CSVH irá também contratar mais um jovem com deficiência, utente da instituição, para integrar a sua equipa, reforçando o compromisso institucional com a empregabilidade inclusiva”.
Citado no comunicado, o presidente do CSVH, Jorge Pereira, afirma que “é com enorme orgulho que o CSVH apresenta o Pacto pela Inclusão no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”.
“Esta iniciativa representa um compromisso coletivo e genuíno para com a construção de uma sociedade mais justa, acessível e consciente do valor da diversidade humana. A união de tantas entidades e empresas de relevância da região demonstra que a inclusão é, hoje, um imperativo ético e social, mas também um motor de inovação, desenvolvimento e competitividade”, salienta.
Para Jorge Pereira, ao serem criados “ambientes acessíveis e oportunidades reais de empregabilidade”, estão a ser dados “passos firmes rumo a uma comunidade mais equitativa”.




