O fim de semana arranca com tempo encoberto, frio intenso e chuva no Minho, com o sábado a ser marcado por condições meteorológicas adversas e ameaça de queda de neve nas terras altas, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A precipitação deverá iniciar-se a partir do meio da manhã, intensificando-se ao longo da tarde. Nas zonas de maior altitude do Minho, a chuva poderá dar lugar à queda de neve, devido à entrada de uma frente fria proveniente do norte da Europa.
O frio vai apertar, sendo aconselhado um agasalho reforçado. As temperaturas deverão oscilar entre os 4 graus Celsius de mínima e os 12 graus de máxima, valores típicos de um sábado invernal.
Avisos para neve
Face à previsão de neve, o IPMA emitiu aviso laranja entre as 18h00 de sábado e as 09h00 de domingo, prevendo-se queda de neve acima dos 800 a 1000 metros de altitude, podendo descer pontualmente até aos 600 metros. A acumulação poderá variar entre 1 e 5 centímetros acima dos 800 metros e 5 a 15 centímetros acima dos 1000 metros. Os impactos previstos incluem perturbações moderadas, com possível formação de gelo, estradas condicionadas, danos em árvores ou estruturas e prejuízos em abastecimentos locais.
Para domingo, está também em vigor um aviso amarelo entre as 06h00 e as 12h00, com previsão de nova queda de neve acima dos 800 a 1000 metros, com acumulação até 5 centímetros nas cotas mais elevadas.
Forte agitação marítima
O estado do mar será outro fator de preocupação, com vários avisos de agitação marítima emitidos para a costa. Entre as 18h11 de sexta-feira e as 03h00 de sábado, vigora aviso laranja, prevendo-se ondas de noroeste entre 5 e 5,5 metros, podendo atingir 10 metros de altura máxima.
Seguem-se períodos com aviso amarelo, com ondas entre 4 e 5 metros, intercalados com novo aviso laranja entre as 03h00 e as 12h00 de domingo, quando a ondulação poderá voltar a atingir 5 a 6 metros, com picos de 10 metros. O aviso amarelo mantém-se até ao final do dia de domingo.
As autoridades recomendam especial prudência, quer na circulação rodoviária em zonas de altitude, quer junto à orla costeira, evitando comportamentos de risco perante o agravamento das condições meteorológicas.



