O Chega de Vila Verde defendeu publicamente a necessidade de implementação de transmissões online das sessões da Assembleia Municipal, alinhando-se com posições já anteriormente expressas por estruturas locais da Iniciativa Liberal e do Partido Socialista no concelho.
Num comunicado político, a líder da estrutura local do Chega, Elisabete Rodrigues, sustenta que a ausência de transmissão regular das reuniões representa um défice de transparência democrática, sublinhando que “vivemos numa era digital” em que os cidadãos procuram maior proximidade e acompanhamento das decisões políticas locais.
O partido refere ainda que vários municípios do distrito de Braga já disponibilizam transmissões em direto das Assembleias Municipais, incluindo concelhos como Braga, Guimarães, Barcelos, Vila Nova de Famalicão, Esposende, Fafe, Vizela, Amares, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto.
Em contraste, segundo a posição agora divulgada, o município de Vila Verde não assegura ainda uma transmissão pública regular das sessões, situação que o partido considera limitar o acesso dos cidadãos aos debates e decisões do órgão deliberativo.
A estrutura local do Chega defende que a transmissão online das sessões não deve ser encarada como um luxo, mas sim como uma ferramenta de transparência e proximidade com os munícipes, permitindo que cidadãos impossibilitados de estar presentes — como trabalhadores, estudantes, emigrantes ou idosos — possam acompanhar os trabalhos.
O partido acrescenta que, enquanto não for implementada essa solução tecnológica, irá divulgar publicamente as suas intervenções na Assembleia Municipal, de forma a garantir que os eleitores possam acompanhar o posicionamento dos seus eleitos.
A defesa da transmissão digital das sessões tem vindo a ser um tema recorrente em vários municípios portugueses, no contexto de uma crescente pressão para modernização dos mecanismos de participação e escrutínio democrático a nível local.



