Um problema numa roda e excesso de velocidade são apontados como causas prováveis do acidente que vitimou Diogo Jota e o irmão André Silva. É resultado das perícias preliminares da Guardia Civil. A notícia é avançada pelo El Mundo, que cita um relatório da Brigada de Trânsito de Zamora.
Segundo aquele jornal, o relatório (que ainda não está finalizado) conclui que as causas mais prováveis do acidente se devem, tal como tinha sido dito inicialmente, a um problema com uma das rodas do veículo e a excesso de velocidade. A Guardia Civil determinou também que o condutor era, muito provavelmente, o futebolista do Liverpool.
Durante a perícia, foram analisados todos os indícios deixados pelo acidente, mas o incêndio do veículo dificultou bastante a investigação.
Apesar disso, as marcas deixadas por uma das rodas no asfalto, a cerca de 100 metros do local do impacto, com uma extensão de aproximadamente 50 metros, terão sido determinantes para as conclusões preliminares.
Ainda segundo o El Mundo, foram os familiares que, através dos pertences, conseguiram identificar os corpos e determinar a posição dos ocupantes, uma vez que o incêndio danificou gravemente os dois cadáveres.
Com Agências



