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Aliança Artesanal acolheu formação “Técnicas de tecelagem e debuxo”

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A Aliança Artesanal acolheu e promoveu, em parceria com a CEARTE, a formação “Técnicas de tecelagem e debuxo”, sob a orientação de Fernando Rei. A formação contou com a participação de 15 formandos e teve a duração de 200h, decorrendo ao longo dos meses de Outubro e Novembro. Da acção resultaram cerca de «duas centenas» de peças em vários materiais, tendo sido exploradas diversas técnicas ligadas à “arte produzida no tear”.

Este não é o primeiro projecto que resulta da parceria entre as instituições, tendo já sido desenvolvidas ao longo do tempo outras acções de formação ligadas ao artesanato.

Segundo Fernando Rei, a formação iniciou com uma parte teórica e delineação dos projectos a concretizar, seguindo-se a parte prática. «O cálculo dos fios da teia até ao comprimento da mesma e conhecer a nomenclatura e funcionamento do tear foram os primeiros passos. Depois, começa o processo mágico, encorpando a madeira com os fios, de onde resulta o tecido. No fundo, a formação contou com uma contextualização geral, inicialmente, com sessões mais teóricas, e depois acabaram por ser desenvolvidos projectos de grupo, em que duas ou três pessoas se afectaram a um tear e prepararam o projecto que se propuseram a fazer», afirmou Fernando Rei. 

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Quanto á parte prática, o formador explicou que esta foi também «fundamental», pois «por vezes há constrangimentos e é preciso saber resolvê-los. A tensão de fios, a alavancagem, a pedalagem. Aspectos em que é necessário estar atento e que são resolvidos no momento em que estão a produzir o tecido».

A formação destinou-se a desempregados, tendo os formandos recebido uma bolsa e uma certificação no final. Tratam-se, por isso, de unidades de curta duração que preparam os participantes para os desafios impostos no mercado de trabalho.

TRANSMISSÃO DE CONHECIMENTOS

Sobre a importância da transmissão destes conhecimentos e de que forma avalia estas acções, Fernando Rei apontou que «enquanto artesão é muito bom transmitir destes conhecimentos e competências, não só pela formação (que também frequentei) mas pelo acumular de experiência ao longo do tempo. Contribuir para que estes saberes não se percam e segundo esse propósito, conseguir um grupo motivado e dinâmico».

Bolsas, peças de arraiolos, tapetes, centros de mesa, individuais e painéis foram algumas das peças que resultaram da acção de formação.

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