A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez entregou os certificados às propostas vencedoras do Orçamento Participativo Municipal (OPM) de 2026, numa cerimónia realizada nos Paços do Concelho.
O momento contou com a presença do presidente da autarquia, Olegário Gonçalves, acompanhado pela vereadora Marlene Barros, que reconheceram o mérito das propostas apresentadas e destacaram a qualidade, criatividade e impacto das iniciativas selecionadas.
Durante a sessão, o autarca sublinhou a importância do envolvimento da comunidade local e reforçou o compromisso do município com projetos que promovem “o investimento nas pessoas e nas tradições”, valorizando a participação dos cidadãos na construção das políticas locais.
Três projetos vencedores
Na categoria Cidadania / Responsabilidade Social / Juventude, o projeto vencedor foi o “Centro Comunitário de Eiras e Mei”, com uma dotação de 12.500 euros.
A iniciativa pretende reforçar a coesão social, promover a valorização cultural e dinamizar a vida comunitária, criando novas respostas de proximidade para a população.
Na área de Cultura / Desporto e Bem-Estar / Associativismo, a proposta vencedora foi o “Soajo Saudável”, que receberá um apoio de 5.708,60 euros.
O projeto prevê a criação de um centro de atividade física, equipado com os meios técnicos considerados adequados, com o objetivo de incentivar hábitos de vida saudáveis e promover o bem-estar da comunidade.
Já na categoria Ambiente / Sustentabilidade, venceu o projeto “Renascer a Tradição”, com um financiamento de 12.499,99 euros.
A proposta tem como objetivo a recuperação integral do Moinho do Cachão, na freguesia de Oliveira, bem como a limpeza de cerca de 800 metros de levada, permitindo recuperar o funcionamento do espaço e devolver a circulação da água naquele património local.
Participação cidadã como prioridade
O Orçamento Participativo Municipal de Arcos de Valdevez é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal com o objetivo de aproximar os cidadãos da gestão pública, incentivando a apresentação de ideias e projetos com impacto direto no território.
A autarquia considera este mecanismo uma ferramenta de participação democrática, permitindo que a população tenha um papel ativo na definição de investimentos e no desenvolvimento sustentável do concelho.






