Braga é palco do 15.º Congresso Nacional das Misericórdias, promovido pela União das Misericórdias Portuguesas (UMP), que ao longo de vários dias junta dirigentes, técnicos e responsáveis do setor social de todo o país para debater os principais desafios que se colocam às instituições. O Presidente da República, António José Seguro, vai estar esta quinta-feira na abertura e o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, no encerramento, no próximo sábado.
O evento decorre sobretudo no Fórum Braga e integra um programa centrado em temas como o envelhecimento da população, a sustentabilidade das respostas sociais, a inovação na gestão institucional e o impacto da transformação digital no setor.
Ao longo dos trabalhos estão previstas sessões temáticas, debates, momentos institucionais e iniciativas de convívio entre delegações, num espaço de partilha de experiências e reflexão sobre o futuro da ação social em Portugal.
50 anos da UMP em destaque
Um dos momentos centrais do congresso será a celebração dos 50 anos da União das Misericórdias Portuguesas, assinalando meio século de atividade da instituição no apoio e coordenação da rede nacional de misericórdias.
Neste contexto, está confirmada a intervenção de Bento Morais, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, que participará no painel comemorativo dedicado ao percurso e evolução da UMP ao longo das últimas décadas.
A presença do responsável vilaverdense assume particular relevância no quadro simbólico do congresso, sublinhando o papel das misericórdias na coesão social e a importância das respostas de proximidade, especialmente em territórios do interior e de baixa densidade populacional.
Encerramento com apresentação de conclusões
O congresso encerra com uma sessão final dedicada à apresentação das conclusões dos trabalhos, onde deverão ser sistematizadas as principais linhas de orientação debatidas ao longo do encontro.
A UMP destaca que este congresso pretende reforçar o papel das misericórdias enquanto pilar estruturante do setor social português, promovendo a adaptação às novas exigências sociais, económicas e tecnológicas.



