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Cação e Luís Castro voltam a trocar argumentos a propósito dos subsídios da Câmara

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Está acesa a troca de argumentos entre o executivo da Junta da União das Freguesias do Vade, liderado por Carlos Cação, e o vereador do PS Luís Castro, a propósito da divulgação das verbas transferidas pela Câmara de Vila Verde.

«Procurando confundir e não prestar qualquer serviço de utilidade pública a favor do concelho e das suas populações, o vereador socialista Luís Castro acaba de vir a público com suspeições escondidas e termos que em nada dignificam o exercício do cargo público que ocupa, nem mesmo a classe profissional a que pertence», refere a Junta do Vade.

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Em comunicado, o executivo de Carlos Cação diz que «é lamentável que o vereador misture “alhos com bogalhos” e que não saiba distinguir o que é a dimensão pública de uma autarquia e o que representa a actividade individual dos membros da autarquia».

«O comunicado que o vereador Luís Castro veio a público comentar é da Junta da União de Freguesias do Vade e é relativo a matéria de interesse desta União de Freguesias e suas populações. Mas sobre essa matéria o vereador nada disse», refere.

Na mesma nota, a autarquia do Vade refere que «se o vereador quer esclarecer actividades privadas de algum autarca, pois será livre de o fazer, mas exige-se que o faça com seriedade e honestidade».

Entretanto, Luís Castro voltou a manifestar-se, no sentido de «clarificar» o primeiro comentário que fizera [ver abaixo].

«A divulgação da lista [por parte de José Morais] foi feita única e exclusivamente para conhecimento de todos os vilaverdenses, não sendo visado ninguém em especial. A listagem foi divulgada, naturalmente, sem qualquer especificação quanto aos fins que foram dados às verbas transferidas, já que essa listagem reproduz tão só, ipsis verbis, a listagem facultada pela Câmara Municipal», refere.

Acrescenta que, no comentário que fez no “Facebook”, «e porque haviam sido tornadas públicas algumas posições de desconforto», questionou sobre «o desconforto que será eventualmente manifestado por quem não aceita esta transparência, quais virgens ofendidas, quando outros aspectos da gestão municipal for também divulgada, como seja, entre outras coisas, o conhecimento dos ajustes directos feitos com a autarquia».

«Algum mal no conhecimento, na transparência da gestão municipal ? Esta é a questão», pergunta.

O INÍCIO

A publicação no “Facebook” do vereador do PS José Morais da listagem de subsídios atribuídos pela Câmara às Juntas em 2017, que mostra que a UF Vade foi quem mais recebeu, motivou uma tomada de posição do executivo de Carlos Cação.

Num esclarecimento enviado às redacções, a Junta do Vade acusou Morais de «lançar informação desenquadrada da realidade» e de alimentar «discussões pouco ou nada proveitosas» para o concelho.

Luís Castro saiu então em defesa do colega vereador, dizendo que, «ao que parece, nem sempre a transparência das coisas relacionadas com a gestão pública é bem vista por todos».

Abriu também um novo capítulo, o dos ajustes directos, quando questionou «o que será quando for divulgada a listagem dos ajustes directos?».

«Qual será a reacção (das virgens ofendidas) quando todos os vilaverdenses tiverem conhecimento, à minúcia, dos ajustes directos celebrados com a Câmara Municipal?», escreveu.

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