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Câmara de Vieira do Minho desmente que presidente seja arguido e diz que buscas da PJ/Braga nada encontraram

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O município de Vieira do Minho desmentiu, esta quarta-feira, em nota publicada no Facebook, que o seu presidente, António Cardoso, tenha sido constituído arguido pela PJ/Braga.

“No seguimento das noticias hoje [quarta-feira] veiculadas pelos órgãos de Comunicação Social, locais e nacionais, as quais davam conta das buscas realizadas, hoje [quarta-feira], pela Policia Judiciária de Braga, serve a presente nota para esclarecer que é absolutamente falso que o Presidente deste Município, António Cardoso Barbosa, tenha sido constituído arguido no âmbito dos presentes autos”, refere.

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“Estas buscas decorrem na sequência de um processo de licenciamento que já tem alguns anos, sobre o qual foi apresentada uma denúncia”, acrescenta a nota, dizendo que, sobre este caso concreto, o município já apresentou vários esclarecimentos, nomeadamente ao IGAMAOT (Inspecção Geral da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território) e também às autoridades judiciais e administrativas”, acrescenta.

No entanto, esclarece que, “tanto o seu Presidente como todos os elementos que compõem o Executivo, se mostram desde já totalmente disponíveis para auxiliar a Policia Judiciária como o Ministério Público na investigação em causa, procurando assim contribuir de forma activa para a descoberta da verdade e a realização da justiça”.

A Câmara acentua que, “do resultado das buscas hoje efectuadas, se descreve o ponto nº. 2 do auto de busca e apreensão deixado pelos inspectores da Polícia Judiciária: “Percorridas todas as divisões da Câmara, nomeadamente os gabinetes profissionais do Presidente da Câmara e do Arquitecto João Filipe da Costa Pimenta, nada foi encontrado com interesse para os presentes autos”.

Por último, a autarquia lamenta “que estas investigações, que deveriam ser sigilosas, sejam retratadas na praça pública, pelos meios de comunicação social de forma maliciosa e com ausência de verdade”.

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