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Cávado quer meio aéreo ligeiro para poder atacar fogos de forma mais rápida

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O presidente da Câmara de Terras de Bouro, Manuel Tibo, criticou esta quarta-feira a não colocação na região do Cávado de meios aéreos ligeiros no dispositivo de combate a incêndios preparado para este ano.

“Falta colocar os meios aéreos ligeiros no comando do Cávado, não percebo porque é que isso não acontece”, referiu.

Manuel Tibo falava em representação da Comissão Distrital da Proteção Civil de Braga, durante a apresentação do Plano de Operações da Sub-Região do Cávado para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para 2024, que decorreu em Esposende.

O dispositivo, apresentado pelo comandante sub-regional, Manuel Moreira, contempla, para a fase mais crítica, um helicóptero bombardeiro pesado (kamov), que ficará sediado em Braga.

Manuel Moreira explicou que aquele meio atua preferencialmente em cenários de ataque planeado.

Segundo o mesmo responsável, a região do Cávado contará ainda com o apoio de seis meios aéreos ligeiros, vocacionados para o ataque inicial, que serão colocados em localidades limítrofes, entre as quais Vila Nova de Famalicão e Fafe.

Estes meios responderão “à chamada”.

Sobre a não colocação de nenhum meio aéreo no Cávado, Manuel Moreira não se quis pronunciar.

No total, e na fase mais crítica, entre 01 de julho e 30 de setembro, o Cávado contará com 350 operacionais e 58 meios, um dispositivo similar ao de 2023.

Manuel Moreira anunciou ainda que em breve a região do Cávado atingirá as 20 equipas de intervenção permanente (EIP), num total de 100 operacionais.

“Há dois anos eram nove equipas, no ano passado eram 18 e este ano vamos atingir as 20”, sublinhou.

A região do Cávado engloba os municípios de Braga, Esposende, Barcelos, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro e tem uma área florestal de 40 mil hectares, em que predominam o eucalipto e o pinheiro-bravo.

Acolhe duas áreas protegidas: o Parque Nacional da Peneda-Gerês e o Parque Natural do Litoral Norte.

Em 2023, a região registou 266 incêndios, que consumiram 1.074 hectares.

Segundo o comandante sub-regional, tratou-se de um ano “relativamente calmo”, o que se ficou a dever, sobretudo, às condições atmosféricas foram favoráveis.

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