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CVP de Braga arranca com obras de mais de 1 milhão de euros em nome da “dignidade humana”

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Carcomida por térmitas, consumo de energia elevado e espaços desaproveitados por falta de condições levaram a delegação de Braga da Cruz Vermelha a avançar com o projecto de reconstrução da sede da avenida 31 de Janeiro, após outras soluções terem ficado pelo caminho. As primeiras intervenções estão previstas para Julho. A instituição espera que a conclusão esteja pronta a 30 de Outubro de 2020, data em que comemora 150 anos de presença na cidade.

A obra está orçada em 1 milhão e 200 mil euros, que a instituição espera angariar através de doações e de um empréstimo ao abrigo do fundo europeu IFRRU – Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas, adiantou Armando Osório, presidente da CV bracarense, esta sexta-feira, em conferência de imprensa, que serviu de pré-apresentação do projecto, já que a apresentação oficial está agendada para o próximo dia 18, pelas 17h45, no Theatro Circo.

Já mais de uma dezena de empresas ofereceram os seus serviços, incluindo o projecto de arquictectura e coordenação de obra.

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“O apoio destas empresas foi impulsionador e fundamental para o arranque deste projecto, constituindo um exemplo inspirador de responsabilidade social que esperamos fazer mover mais mecenas”, afirma Osório.

“Este é um projecto de grande relevância para a cidade já que poderá agregar, com a máxima qualidade, quase todos os serviços da Cruz Vermelha num só edifício beneficiando não só os nossos utentes, mas igualmente os voluntários e assalariados que prestam serviço na instituição”, sublinha o presidente da delegação.

Considerando a obra um “projecto comum da sociedade bracarense” e uma obra “fundamental para a dignidade de todos os que recorrem aos seus serviços”, Armando Osório espera que a Câmara de Braga dê também o seu contributo, visto que é por imposição da autarquia que a fachada tem que ser mantida, o que agrava os custos em mais de 360 mil euros.

“MÁXIMA TRANSPARÊNCIA”

A criação do denominado Grupo de Apoio, dirigido pelo professor universitário Carlos Bernardo, surge para “garantir a total transparência e eficaz aplicação de recursos”.

“O apoio deste grupo poderá constituir uma força, quer no acompanhamento de todo o processo, quer na garantia da sua credibilidade e visibilidade, podendo também atrair outros mecenas”, refere Armando Osório.

INAUGURAÇÃO EM OUTUBRO DE 2020

A intervenção no edifício está prevista arrancar no próximo mês, com a demolição do interior, enquanto a obra global começa em Setembro.

Armando Osório espera que a obra esteja pronta a ser inaugurada a 30 de Outubro de 2020, data em que a instituição comemora 150 anos na cidade.

Até lá, os cerca de 10 mil utentes apoiados anualmente, têm que se dirigir ao antigo Centro de Recrutamento de Braga, onde a Cruz Vermelha fica instalada provisoriamente.

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