Na sequência dos efeitos provocados pela depressão Kristin, a Guarda Nacional Republicana (GNR) emitiu um apelo à população para a adoção de comportamentos seguros, alertando para o aumento de ocorrências relacionadas com quedas durante reparações em telhados e casos de intoxicação por monóxido de carbono devido ao uso indevido de geradores.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) lançou um apelo à população, na sequência dos impactos causados pela depressão Kristin, sublinhando que a proteção da vida e da integridade física das pessoas deve continuar a ser a principal prioridade, mesmo perante a urgência de reparar danos em habitações e bens.
Apesar dos avisos já divulgados pelas autoridades, têm-se registado, com frequência considerada preocupante, dois tipos de situações: quedas de telhados durante trabalhos de reparação efetuados sem condições adequadas de segurança e intoxicações por monóxido de carbono, associadas à utilização incorreta de geradores.
A GNR reconhece a situação de vulnerabilidade em que se encontram muitas famílias afetadas pelo mau tempo, bem como a necessidade de proceder rapidamente a reparações. No entanto, reforça que essas intervenções devem ser realizadas com todas as precauções necessárias.
Entre as recomendações deixadas pela força de segurança estão:
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Utilização de equipamentos de proteção individual adequados, como arnês, capacete e calçado antiderrapante, sempre que sejam realizados trabalhos em altura;
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Evitar subir a telhados em situações de instabilidade, vento forte ou chuva;
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Colocar os geradores exclusivamente no exterior, em locais bem ventilados, nunca no interior de habitações, garagens ou espaços fechados;
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Garantir que os equipamentos a combustível se encontram desligados antes de qualquer reabastecimento.
A GNR assegura que se mantém no terreno, “de forma próxima e discreta”, sobretudo junto das populações mais afetadas, acompanhando a evolução da situação e prestando apoio sempre que necessário.
O apelo surge num contexto de condições meteorológicas adversas persistentes, que continuam a provocar danos em infraestruturas e habitações, aumentando os riscos associados a intervenções de emergência realizadas sem as devidas medidas de segurança.



