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Dívida da Câmara de Vila Verde baixou dois milhões de euros em 2019

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O executivo municipal de Vila Verde discute e vota, na reunião de Câmara desta quinta-feira, o documento da Prestação de Contas de 2019. Em comunicado, o executivo liderado por António Vilela (PSD) refere que a arrecadação de receita foi de 31.344.799 euros, sendo a despesa total de 29.800.569 euros, o que corresponde a taxas de execução de 87% e 83%, respectivamente.

«O Município de Vila Verde encerrou as contas de 2019 com taxas de execução muito elevadas – 87% de execução da receita e 83% da despesa – que reflectem o realismo e o rigor colocados no planeamento e uma grande capacidade de investimento na efectiva melhoria das condições de vida da população. A par destes excelentes indicadores, em 2019, o Município de Vila Verde reduz dois milhões de euros a sua dívida total», sublinha.

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Segundo a autarquia, «os princípios de equilíbrio orçamental foram amplamente cumpridos, tendo a receita corrente suplantado a despesa corrente em cerca  de  3,8  milhões  de euros, o que se traduziu numa poupança corrente que possibilitou o financiamento das despesas de capital».

«Como indicador de boa gestão e revelador fundamental da saúde financeira, o Município, além de cumprir, na íntegra, os limites do endividamento legalmente permitidos, deu continuidade a um significativo esforço de redução da dívida global a qual, entre 2014 e 2019, desceu cerca de 47%, diminuindo cerca de dois milhões de euros no ano de 2019», enaltece.

O comunicado acrescenta que «a boa saúde financeira do Município possibilitou a concretização de projectos de crucial importância para a modernização do concelho e para o reforço da competitividade do território e permitiu ainda que fossem cumpridas as obrigações com os fornecedores, efectuando os respectivos pagamentos num prazo médio de apenas 18 dias».

As funções sociais representam 87% do investimento total saído dos cofres municipais.

«A este nível merecem destaque os consideráveis investimentos efectuados no saneamento básico (2.219 mil euros, em 2019, e 2.487 mil euros, em 2018); no ordenamento do território, particularmente na reabilitação de espaços urbanos (1.025 mil euros e 1.385 mil euros, em 2019 e 2018, respectivamente) e na educação (passa de 263 mil euros, em 2018, para 1.219 mil euros, em 2019)», sublinha.

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