O Município de Esposende promoveu, no passado dia 11 de maio, o exercício municipal de proteção civil PCMun26, uma operação destinada a testar a capacidade de resposta dos agentes de proteção civil perante um cenário simulado de incêndio rural de grande dimensão.
A iniciativa foi coordenada pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e conduzida pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Cávado e pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
Segundo o município, o principal objetivo do exercício passou por testar “os procedimentos de planeamento, articulação e comando previstos no Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Esposende”, simulando uma ocorrência complexa com múltiplos cenários associados.
A operação decorreu num contexto operacional avançado, com o Posto de Comando Municipal já instalado, permitindo avaliar a coordenação entre os vários agentes de proteção civil e as diferentes áreas de intervenção municipal.
Entre os objetivos definidos estiveram a avaliação dos procedimentos do posto de comando, a capacidade de atuação das unidades orgânicas municipais e o aperfeiçoamento dos mecanismos de coordenação em situações de acidente grave ou catástrofe.
Apesar de fictício, o cenário foi construído de forma realista, simulando um incêndio rural de grande desenvolvimento e integrando vários microcenários destinados a aumentar progressivamente a complexidade da resposta operacional.
O exercício desenvolveu-se em três fases: planeamento, até 4 de maio; execução, realizada a 11 de maio; e avaliação, que decorre até 31 de maio e culminará com a elaboração de um relatório final com contributos das entidades participantes.
Participaram na operação os corpos de bombeiros de Bombeiros Voluntários de Esposende e Bombeiros Voluntários de Fão, forças de segurança, serviços de saúde, Segurança Social, Cruz Vermelha Portuguesa, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, juntas de freguesia, misericórdias e diversos serviços municipais.
Segundo o Município de Esposende, esta iniciativa serviu para reforçar “a aposta na prevenção, preparação e capacitação operacional”, promovendo uma resposta “articulada e eficaz perante emergências, com foco na proteção de pessoas, bens e território”.






