Braga volta a receber, entre 3 e 23 de julho, o Festival Arcada, que celebra este ano a sua quinta edição com uma programação dedicada à música para cordas, reunindo artistas de renome internacional, ações de formação, concursos e atividades dirigidas a diferentes públicos.
Após quatro edições marcadas pelo sucesso, o festival reforça a aposta na excelência artística e na formação musical, procurando promover o encontro entre músicos profissionais, estudantes, professores e amantes da música.
Entre os principais destaques da programação estão os concertos e recitais protagonizados pelos violinistas Ilya Gringolts e Amandine Beyer, pelo violoncelista Narek Hakhnazaryan, pelo maestro Jean-Marc Burfin, pelo cravista Pierre Hantaï e pela Sinfonietta de Braga.
A vertente formativa mantém-se como um dos pilares do evento, com a realização de masterclasses e ações de formação destinadas a alunos e professores, orientadas por Ilya Gringolts, Narek Hakhnazaryan e Claudio Forcada.
Uma das novidades da edição de 2026 passa pela criação de atividades dirigidas ao público mais jovem. O programa inclui duas sessões de descoberta da música para quarteto de cordas destinadas a bebés, crianças e respetivas famílias, que decorrerão nos jardins do Museu Nogueira da Silva.
O festival acolhe ainda o Encontro Internacional de Luthiers e Archetiers, iniciativa que pretende divulgar a arte da construção de instrumentos e arcos de corda friccionada, promovendo o contacto entre artesãos especializados e músicos profissionais.
Outro dos momentos centrais será a segunda edição do Concurso Nacional de Violino “Prémio Arcada”, criado para incentivar jovens talentos e fortalecer a comunidade violinística nacional.
A programação integra igualmente duas mesas-redondas dedicadas aos desafios da profissão musical, abordando temas relacionados com as condições de trabalho dos artistas e a formação pedagógica dos instrumentistas.
As atividades decorrerão em vários espaços emblemáticos da cidade, entre os quais o Auditório São Frutuoso, o Museu Nogueira da Silva, a Reitoria da Universidade do Minho e o Conservatório Bomfim, consolidando o Festival Arcada como uma das principais iniciativas dedicadas à música erudita e à formação artística em Braga.



