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Financiamento comunitário deve corresponder à “qualidade e ambição” dos projectos, defende presidente da Câmara de Braga

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O presidente da Câmara Municipal de Braga defende que o financiamento comunitário – seja através do Plano de Recuperação e Resiliência ou do novo Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 – deve corresponder à qualidade dos projectos e iniciativas desenvolvidas no território.

Falando na conferência ‘Fundos Europeus: o Minho e a Galiza’, que esta segunda-feira decorreu no Altice Forum Braga, Ricardo Rio afirmou que os autarcas sabem que o caminho que “querem traçar, os objectivos que queremos atingir e uma certeza que partilhamos é a de que é justo canalizar recursos para concretizar essas mesmas ambições, pelo que esperamos que os fundos sejam suficientes e cheguem da forma mais transparente possível aos destinos”.

O autarca avisou que o “pior erro” que a região poderia cometer seria seguir “a lógica de primeiro identificar as oportunidades de financiamento e só depois pensar na sua própria estratégia de desenvolvimento”.

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Dirigindo-se a uma audiência, onde estavam os presidentes dos municípios de Amares, Vieira do Minho, Esposende e Barcelos, Ricardo Rio lembrou que as instituições do Minho têm sabido assumir uma logica de colaboração, contribuindo para um desenvolvimento mais integrado e conectado às autoridades públicas e à sociedade civil. 

“Essa capacidade tem sido determinante para alimentar a capacidade inovadora do território e ajudá-lo a ser o verdadeiro motor de desenvolvimento do nosso país, com a criação de novas empresas, emprego qualificado e o reforço da capacidade exportadora”, disse, elogiando a relação cada vez mais próxima com a Galiza e salientando as oportunidades que dai resultam: “tanto a CCDR-N como o Governo Regional da Galiza têm dado um forte impulso a esse espirito de colaboração com a identificação de áreas concretas de trabalho que permitem fortalecer a euro-região”.

Organizada pela Confederação Empresarial da Região do Minho, que tem a Associação Empresarial de Braga (AEB) como uma das suas parceiras, a conferência contou com as participações do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, da ministra da Coesão, Ana Abrunhosa, o ministro das Infra-estruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e do ministro do Planeamento, Nelson de Souza.

Marcaram também presença, entre outros, Alberto Núñez Feijóo, presidente do Governo Regional da Galiza; António Cunha, presidente da CCDR-N; o eurodeputado minhoto José Manuel Fernandes; Miguel Alves, presidente do Conselho Regional do Norte da CCDR-N; Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP – Associação Empresarial de Portugal; João Vieira Lopes, presidente da CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal; e António Saraiva, presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal.

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