A ministra do Trabalho afirmou que o Governo não prevê, para já, recorrer à requisição civil durante a greve geral marcada para 11 de dezembro. Rosário Palma Ramalho sublinhou, contudo, que o cumprimento dos serviços mínimos será obrigatório.
“Não prevemos neste momento que haja requisição civil. Não podemos antecipar essa possibilidade, porque o nosso ordenamento jurídico não o permite. Esperamos que o respeito pelos serviços mínimos torne absolutamente desnecessária qualquer medida desse tipo”, declarou a ministra aos jornalistas, em Bruxelas.
Rosário Palma Ramalho criticou ainda o caráter da paralisação convocada para uma quinta-feira, considerando que o país está “cansado de greves por razões políticas”.
A governante rejeitou que a proposta do Executivo esteja fechada a alterações, indicando que o Governo continua disponível para receber contributos de todos os parceiros sociais, incluindo a central sindical.



