OPINIÃO –

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Marcar a diferença na Europa

Falta pouco mais de um mês para as eleições europeias.

Somos cidadãos da União Europeia, tendo por isso o direito a votar e eu diria o imperioso dever de o fazer.

Em Portugal, as próximas eleições europeias realizam-se no dia 26 maio.

Estamos, por isso, numa fase de discussão e reflexão sobre a escolha dos 21 deputados portugueses, para integrar o total dos 705 que compõem o Parlamento Europeu.

Mais do que lugares estão em confronto tendências políticas contra e a favor do projeto europeu. Mas há um apelo que é comum: é preciso votar!

Não podemos pensar que estas eleições não nos afetam e que não nos dizem respeito.

Parece impossível, mas a verdade é que nas últimas eleições europeias, encontrei pessoas que pensavam que não tinham de ir votar porque diziam: “estas eleições não são para nós.” Mas são! Estas eleições dão-nos a oportunidade de escolher os nossos representantes na Europa que serão fundamentais para a concretização dos projetos europeus a desenvolver nos países que integram a união europeia como é o caso de Portugal.

Quarenta anos depois da primeira eleição, a Europa enfrenta um dos momentos mais importantes desde a sua criação.

Se olharmos para o complexo e perigoso mundo em que vivemos percebemos que a Europa é um privilegiado espaço de paz, desenvolvimento e enorme liberdade, a que só conseguiríamos dar real apreço se alguma vez fossem perdidos estes valores.

O Conselho Nacional do PSD aprovou a lista de candidatos ao Parlamento Europeu constituída por 21 efetivos e oito suplentes, integrando 15 mulheres e 14 homens. Paulo Rangel é o cabeça de lista que muito nos honra e José Manuel Fernandes que surge em terceiro lugar, o “nosso” eurodeputado de Vila Verde, do Minho e de Portugal. Nas palavras de Paulo Rangel, é de longe o deputado mais relevante em matéria orçamental de todo o Parlamento Europeu. Representa um grande ativo para Portugal. Tem-se distinguido muito na área do desenvolvimento regional.

Sobretudo é uma oportunidade única, até ao momento, de nós, vilaverdenses, termos uma pessoa que conhecemos bem, em quem confiamos e que está sempre disponível para todos. É um eurodeputado que presta contas do trabalho que faz, com várias publicações com apresentações públicas. Acumula o seu trabalho na Europa com o trabalho em Portugal, onde volta todos os fins de semana, mantendo-se assim com atividade local, nunca deixando de estar ligado às suas origens, à realidade.

Em número dois na lista está Lídia Pereira que representa a renovação e os jovens, pois é Presidente da juventude do PPE, a maior organização da juventude da União Europeia. Ligada à economia terá um papel importante na reforma da zona euro.

O Partido Social Democrata tem uma lista que tem mais mulheres que homens, com uma representação territorial do país equilibrada.

É a lista mais forte, mais consistente mais equilibrada em termos de competência, de território, de género e conhecimento europeu.

Podemos ter esperança num futuro melhor, mas isso não é suficiente. Temos de assumir as nossas responsabilidades votando e incentivando outros a votar. Se todos votarmos, todos ganhamos.

Em Portugal, quem não puder votar a 26 de maio pode sempre fazê-lo antecipadamente através do “voto antecipado em mobilidade”. Desde agosto de 2018 que todos os eleitores recenseados no território nacional, que queiram votar no país, passam a poder fazê-lo em qualquer ponto do país, sem ter de apresentar justificações.

Não deixemos o nosso destino nas mãos dos outros e façamos as nossas importantes escolhas.

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