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Mortalidade por cancro da mama está a aumentar e pode chegar a 68% até 2050, alerta a OMS

A mortalidade devido ao cancro da mama vai aumentar significativamente nas próximas décadas, até 2050, sobretudo nos países em desenvolvimento.

As conclusões chegam das mais recentes projeções da Agência Internacional para a Investigação do Cancro (IARC) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Assim, segundo os especialistas cancro da mama vai manter-se como o tipo de cancro mais comum entre mulheres. Vai, inclusive, crescer, sobretudo a Norte da Europa, onde terá ma das maiores taxas de incidência, segundo as previsões.

Atualmente, o cancro da mama já representa uma das principais causas de morte entre mulheres em todo o mundo.

Esta doença já é uma das principais causa de morte das mulheres pelo mundo. Em 2022, diagnosticaram-se 2,3 milhões de novos casos e deram-se 670 mil mortes.

A OMS avança que uma em cada 20 mulheres será diagnosticada com cancro da mama ao longo da vida.

Agora, a situação agrava-se, sendo que até 2050 se espera que o número de mortes aumente em 68%, enquanto os diagnósticos subirão para 38%.

Esperam-se, assim, cerca de 3,2 milhões de novos casos anuais e 1,1 milhões de mortes.

Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, uma vez que o acesso a rastreio e a garantia de uma diagnóstico precoce e tratamentos adequados é limitado.

A OMS diz ser urgente reforçar estratégias de prevenção, diagnóstico atempado e tratamento eficaz, sobretudo nas regiões mais vulneráveis, para travar o impacto que se espera.

ovilaverdense@gmail.com

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