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“O controlo da pandemia exige o contributo de todos”, adverte enfermeira-directora do hospital de Guimarães

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“Por mais restrições que se coloquem, se cada um de nós não der o seu contributo não conseguimos controlar a pandemia”, advertiu Ana Luísa Bastos, enfermeira-directora do Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães.

Falando aos microfones da Rádio Santiago no dia em que aquela unidade hospitalar voltou a restringir as visitas aos doentes, retomando o procedimento adoptado no início da pandemia, apelou a que “as pessoas que não têm compromissos profissionais que o exijam, fiquem em casa, reduzam ao máximo os contactos sociais, respeitem todas as medidas de etiqueta respiratória, a higienização das mãos e uso de máscara”.

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“Temos mesmo de ser muito responsáveis e ainda mais disciplinados nesta altura”, advertiu Ana Luísa Bastos.

“Continuamos a dar o nosso melhor diariamente. O controlo da pandemia exige o contributo de todos. Tem que obrigatoriamente ter o contributo de todos individualmente, não pode ser só dos profissionais de saúde”, insistiu.

A decisão de restringir as visitas aos doentes resulta do aumento de incidência do novo coronavírus na região, sendo uma medida adicional para proteger os doentes, os familiares e os profissionais daquela unidade, adiantando que se mantêm todas as excepções anteriormente autorizadas, ficando dependentes de validação.

“Continuamos a gerir caso a caso a necessidade de atender a situações especiais, em que os doentes precisam da presença de algum familiar”, explicou à Santiago, indicando que “as informações devidas continuam a ser transmitidas aos familiares e sempre que possível são asseguradas as videochamadas”.

A profissional de saúde refere que se impôs fazer restrições à entrada de pessoas do exterior para o interior do Hospital, “em prol da segurança dos doentes acima de tudo”, voltando a apelar ao cumprimento das medidas para travar a propagação da doença.

“O risco é maior agora”, observa, ressalvando que a situação no Hospital Senhora da Oliveira “está controlada”, mas a “qualquer momento” pode mudar.

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