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Parabéns ao Jornal O Vilaverdense

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É consabido que a comunicação social é, nos dias de hoje, de extrema importância na dinâmica de uma sociedade. Dificilmente vivemos alheios à realidade que nos é transmitida pelos órgãos de comunicação social, através da televisão, dos jornais, da Internet ou outros. Por isso, é-nos fácil reconhecer o papel de grande relevância que é desempenhado por estes meios de comunicação, sobretudo na atual sociedade da informação que constantemente, minuto a minuto, procura saber o que se vai passando no país e no mundo.

Hoje em dia, é fácil ficar informado. O paradigma de há uns anos atrás mudou radicalmente com a massificação dos smartphones e com as notícias online. Mesmo que não queiramos, é o telemóvel que nos alerta para a novidade do acontecimento. Já não somos nós que procuramos a notícia, mas, ao invés, é ela que vem ao nosso encontro através de mais um bip no telemóvel ou uma notificação. Há, de facto, uma produção em massa de notícias que nos permite ter acesso fácil e rápido à informação. No entanto, quando falamos daquilo que vai acontecendo a nível local, pela nossa terra, seja cá dentro, nos concelhos vizinhos ou na região, obviamente, a notícia não é tão massificada como acontece com os acontecimentos de âmbito nacional, onde surgem inúmeros meios de comunicação social interessados em dar a notícia. É por isso que os meios de comunicação locais, sejam os jornais, as rádios ou outros, são, sem dúvida, agentes importantes na divulgação daquilo que se vai passando bem perto de nós.

Neste sentido, apraz-me registar o papel do jornal “O Vilaverdense” que celebra, este mês de dezembro, 10 anos após o seu ressurgimento nas bancas. Após alguns anos de ausência, voltou com vitalidade e dinamismo crescente, contribuindo para manter as gentes deste concelho atualizadas. Além de informar Vila Verde sobre os mais diversos assuntos, o jornal “O Vilaverdense” tem tido um papel fundamental na divulgação das principais tradições e acontecimentos que marcam o panorama do concelho como, por exemplo, o Mês do Romance ou a Rota das Colheitas, entre muitas outras atratividades e acontecimentos que se vão desenrolando pelas diferentes freguesias ao longo do ano. De facto, este mensário impôs-se rapidamente e tornou-se num meio de informação de referência e privilegiado no concelho de Vila Verde.

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Resta-me desejar que toda a vitalidade do jornal continue a marcar e a pautar a sua conduta, honrando, dessa forma, todos aqueles que a 19 de março de 1956 colaboraram para o nascimento deste jornal local. Um desses colaboradores foi o Padre Salvador Araújo de Sousa, meu tio-avô, que deu o seu contributo na redação deste periódico, na altura propriedade da Confraria de Nossa Senhora do Alívio à qual este meu familiar também pertenceu. Pela qualidade do jornalismo praticado e pelos laços familiares que me vincam às origens deste mensário é, também para mim, uma honra colaborar com este prestigiado jornal. Parabéns ao Vilaverdense e a todos os profissionais e demais colaboradores pelo empenho e dedicação na divulgação de tudo aquilo que vai ocorrendo por terras de Vila Verde.

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