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Paulo Marques (CDS-PP): «Façam o favor de defender o que é nosso, o nosso património, história e cultura, porque é aquilo que mais nos deve orgulhar e engrandecer» 

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O Presidente da Comissão Política do CDS-PP de Vila Verde, Paulo Marques, manifestou-se, este domingo, em comunicado, sobre os limites territoriais do Concelho, lembrando a importância dos mesmos tendo em conta o património, história e cultura que estes preservam. «Um povo sem memória é um povo sem história», atira.

Em nota enviada, o centrista começa por alertar que é necessário «defender, intransigentemente, o que é nosso. Vemos, com cada vez mais preocupação, os limites do Concelho de Vila Verde serem repetidamente violados, apropriando-se outros Concelhos do nosso território e património». 

Com base no aponta, Paulo Marque dá por isso o exemplo dos limites norte, na freguesia de Aboim da Nóbrega.

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«O Concelho da Ponte da Barca diz que o único castelo do Concelho de Vila Verde, de nome Castelo de Aboim, Castelo da Nóbrega ou ainda Castelo de Miguel do Anjo, é deles. Imagine-se! Falam, inclusive, que a extremidade norte do nosso Concelho, mais coisa menos coisa até à Franqueira, é deles. Também nas Carvalheiras, a placa que define os limites da freguesia de Aboim da Nóbrega dista, incompreensivelmente, 100 metros dos limites reais da freguesia», destaca o centrista. 

Posto isto, Paulo Marques deixa por isso algumas questões e ainda uma recomendação ao Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, à Vereadora da Cultura, Júlia Fernandes e ao Presidente da Junta de Aboim da Nóbrega, João Rodrigues.

«Sr. Presidente de Câmara, António Vilela, o que já fez o município para acabar com esta “brincadeira” de mau gosto do Concelho de Ponte da Barca? Já mandou delimitar devidamente as nossas fronteiras concelhias? Sra. Vereadora da Cultura, Júlia Fernandes, como responsável pela cultura do Concelho, o que tem feito para proteger, recuperar e promover o nosso mui nobre Castelo de Aboim? Sr. Presidente de junta, João Rodrigues, qual o motivo para que a junta tenha colocado a limitação da freguesia num local que retira 100 metros à freguesia? O que tem feito a junta para defender o nosso Castelo de Aboim?», questiona o centrista, deixando ainda uma recomendação «recomendamos, aos três, que consultem a carta militar 29 Ponte da Barca e tratem de defender a legalidade e a ordem. Defendam o nosso concelho, que foi para isso que os vilaverdenses votaram, tão expressivamente, nos senhores».

«EMBORA NÃO HAJA MUITOS VOTOS POR LÁ, HÁ MUITA HISTÓRIA, PATRIMÓNIO E TURISMO A DEFENDER»

Mais à frente, Paulo Marques atira: «embora não haja muitos votos por lá, há muita história, património e turismo a defender. O Castelo de Aboim está diretamente ligado ao início da fundação de Portugal, à Ordem de Malta e à expulsão dos mouros da Terra de Nóbrega, entre muitos outros factos relevantes da história de Portugal e de portugueses no mundo. Infelizmente, encontra-se abandonado há muito, mas é um dos principais pontos de atração turística, histórica e cultural do Concelho de Vila Verde. Façam-me o favor de defender o que é nosso, o nosso património, história e cultura, porque é aquilo que mais nos deve orgulhar e engrandecer. “Um povo sem memória é um povo sem história».

E conclui: «pensamos que as gentes da Nóbrega e o Concelho de Vila Verde merecem mais dos seus governantes. Como não me canso de dizer, isto é o que dá as maiorias absolutas dos executivos. Valha-nos, ao menos, o Dente-Santo: “Em nome do Padre, do Filho e do Espírito Santo, de S. Frutuoso, eu te benzo, tocado por mim nunca serás raivoso”. Vila Verde pela positiva é defender o que é nosso!»

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