SAÚDE - Preservativos Durex retirados do mercado têm validade entre Dezembro de 2020 e Março de 2021

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Preservativos Durex retirados do mercado têm validade entre Dezembro de 2020 e Março de 2021

Os lotes de preservativos da Durex que estão a ser recolhidos do mercado por falhas nos testes de pressão de rutura têm prazos de validade entre Dezembro de 2020 e Março de 2021, segundo a empresa.

Numa nota enviada à agência Lusa, a Durex recorda que esta recolha começou na semana passada e “resulta de testes feitos pela própria empresa”, que mostraram “que os lotes específicos dos preservativos Durex Real Feel e Durex Sem Látex que se encontravam em comercialização em Portugal podem não cumprir os requisitos para a pressão de ruptura quando se aproximam do final do prazo de validade”.

“Não existe uma preocupação imediata na segurança dos consumidores e apenas um número limitado de lotes se encontra afectado”, sublinha a Durex.

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A empresa acrescenta que os passos seguintes no processo de recolha voluntária “estão a decorrer com normalidade”, com a colaboração de todos os parceiros de retalho.

“A Durex lamenta qualquer incómodo causado. Todos os consumidores que detenham preservativos destes lotes serão reembolsados”, acrescenta.

Numa informação publicada no seu ‘site’, o Infarmed explica que em causa estão alguns lotes dos preservativos Durex Real Feel (12 unidades) e Durex sem látex (12 unidades), fabricados pelo laboratório Reckitt Benckiser Healthcare.

“Apenas os preservativos de lotes afectados podem apresentar um aumento do risco de ruptura durante a sua aplicação ou uso, devendo sempre ser seguida a informação constante na rotulagem do produto”, refere a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

O Infarmed recomenda aos consumidores que verifiquem com as autoridades os números dos lotes afectados e, se tiverem embalagens destas em casa, os devolvam ou directamente ao fabricante, contactando a linha de apoio da Durex (808 203 300), no local onde foi comprado ou em qualquer farmácia.

“Os distribuidores, retalhistas e farmácias devem parar a comercialização dos lotes afectados, proceder à sua recolha do mercado e colocá-los em quarentena para posterior devolução”, acrescenta.