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PSD acusa Governo de «escandalosa discriminação» na atribuição a Braga de camas a universitários

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Num dia dedicado à juventude e aos problemas dos estudantes universitários, a candidatura do PSD à Assembleia da República pelo distrito de Braga, encabeçada por André Coelho Lima, acusou o Governo de “uma escandalosa discriminação negativa” de Braga em comparação com o Porto e Lisboa na atribuição de camas para os estudantes do ensino superior.

Firmino Marques, candidato a deputado e autarca bracarense, e Firmino Costa, líder distrital da JSD, manifestaram a sua “preocupação, face à problemática de falta de alojamento e para a prática de valores de renda abusivos para os alunos que querem continuar os seus estudos, sobretudo ao nível do alojamento e refeições”.

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“No último ano, o Governo, atribuiu apenas seis camas para o ano lectivo 2019/2020. Um aumento que em nada vem atenuar as dificuldades dos alunos na procura de alojamento e que representa uma escandalosa discriminação negativa” de Braga, em comparação com as áreas metropolitanas de Porto e Lisboa”, sublinhou esta terça-feira a candidatura social-democrata.

A JSD vincou aquela questão com uma acção de protesto, instalando três camas, ladeadas por diversos cartazes, junto à entrada do Campus de Gualtar da Universidade do Minho, em Braga, contra “o agravamento dos encargos” dos estudantes universitários, “sobretudo ao nível dos preços exorbitantes para alojamento”.

O PSD lembrou o comunicado do presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Nuno Reis, onde considera que “os custos indirectos do Ensino Superior deveriam ser objecto de uma maior atenção na estratégia governativa porque assumem um valor global bastante superior aos custos directos, como a propina ou outras taxas e emolumentos”.

Ainda de acordo com denúncia divulgada em Setembro pela AAUM, “foram despachadas cerca de 3500 cartas de notificação de cobrança de dívida de propinas, na Universidade do Minho”, sendo que entre os alunos visados estariam “810 alunos bolseiros de acção social, cuja contribuição do Estado deveria ser suficiente para suportar outros custos para além do valor da propina utilizado”.

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