CRIME -

CRIME - -

PSP prendeu cinco jovens que roubavam e agrediam na zona da UMInho em Braga

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

O Ministério Público do Tribunal de Vieira do Minho libertou, ontem, ao final do dia, cinco jovens, que tentaram roubar e agrediram duas pessoas na zona dos Peões em Braga.

O grupo, que foi detido esta madrugada pela PSP de Braga, é suspeito de ter sido o protagonista de vários roubos e agressões, ocorridas nos últimos tempos em Gualtar, nas imediações da Universidade do Minho.

PUBLICIDADE

Os assaltos têm alarmado a comunidade estudantil, que fez já um abaixo-assinado pedindo mais segurança na zona. E obrigou o próprio Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, a intervir no mesmo sentido.

Aquando da detenção, a Polícia apanhou-lhes heroína para 80 doses, o que motivou a abertura de um inquérito autónomo por tráfico de droga.

Na ocasião, o Ministério Público pediu a prisão preventiva de Miguel Ângelo Pinto, tido como o cabecilha do bando de cinco jovens que, na madrugada de ontem, agrediu e tentou roubar dois outros, Gonçalo Teixeira e José Carvalho, em Braga, tendo um deles recebido tratamento hospitalar por ter levado com uma garrafa na cabeça.

O MP sustentou que os crimes em causa podem ir até oito anos de cadeia.

A juíza de instrução não atendeu ao pedido, por considerar que, face aos factos indiciados, o crime de roubo na forma tentada, a medida era desporporcionada. E libertou-os.

Apesar disso, e atendendo a que Miguel, que não prestou declarações, tem vários outros inquéritos criminais em curso, o MP – disse fonte ligada ao processo – vai insistir na necessidade da sua prisão preventiva até ao julgamento.

O grupo, com idades entre os 17 e os 30 anos, foi detido, na zona dos Peões, pela equipa de intervenção da PSP, que os vigiava há vários dias, já que têm perseguido e roubado transeuntes, alguns deles estudantes, e causado distúrbios em Gualtar, em Braga, na zona conhecida como a dos «bares da universidade» do Minho.

A Polícia procurava detê-los em flagrante dado o alarme social que a sua actividade criminosa estava a causar, com um abaixo-assinado de universitários e uma posição pública da Reitoria.

Aquando da detenção, a PSP aprendeu heroína para 80 doses, facto que deu origem a um outro inquérito-crime por suspeita de tráfico de estupefacientes.

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS

Acesso exclusivo por
um preço único

Assine por apenas
2€ / mês
* Acesso a notícias premium e jornal digital por apenas 24€ / ano.