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Rui Rio: «PSD é a única alternativa de Governo»

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«A única alternativa de governo que se coloca aos portugueses é a do PSD». A afirmação foi feita, hoje, em Guimarães, pelo líder do PSD, Rui Rio, durante um “Roteiro do património” que incluiu visitas aos museus da Sociedade Martins Sarmento e Alberto Sampaio, seguido de uma deslocação ao Bom Jesus de Braga.

Questionado pelos jornalistas sobre uma eventual coligação pós-eleitoral com o CDS/PP, Rio afirmou: «é assim há muitos anos! O parceiro natural do PSD é o CDS e eu próprio estive 12 anos a liderar a Câmara do Porto em coligação com os centristas, tal como fez o anterior Governo de Passos Coelho».

O dirigente social-democrata frisou que «uma coligação ao centro – porque o PSD não é de direita – nunca será uma geringonça porque isso pressupõe fazer uma coisa mal amanhada que vai ver se consegue funcionar mais ou menos, como o próprio nome indica».

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Rui Rio acentuou, a propósito que uma eventual coligação com o CDS, «será de dois partidos que têm mais afinidades do que diferenças, ao contrário do que sucedeu com o acordo PS, BE e PCP, que têm afinidades mas diferenças estruturais em sectores fundamentais como a política de defesa, a externa e europeia, diferenças estruturais que não existem entre o PSD e o CDS».

DESCENTRALIZAR

Rui Rio foi, ainda, perguntado sobre temas locais, nomeadamente sobre o facto de a Câmara de Guimarães defender a gestão integrada do património cultural vimaranense, vontade que não tem sido atendida pelo Governo: «no quadro da descentralização de competências que defendemos devemos seguir o princípio da proximidade, desde que possível, e a minha própria experiência como autarca diz-me que as câmaras têm muito melhores condições para cuidarem do património».

E acrescentou: «O património será muito melhor preservado com o envolvimento municipal, e os próprios directores de museus ou edifícios históricos têm mais facilidade em falarem com um presidente da Câmara ou com um vereador do que com o Ministério da Cultura».

«O meu princípio é o de que sejam as autarquias a gerir várias áreas, caso por exemplo da acção social, e também do património, e da mobilidade entre outras».

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