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Trabalhadores de têxtil de Guimarães montam piquetes de vigilância para impedir saída de máquinas e produtos

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Um grupo de trabalhadores da empresa António Almeida & Filhos, de Moreira de Cónegos, Guimarães, está a fazer piquetes de vigilância à porta da fábrica, nomeadamente à noite, para impedir a eventual saída de máquinas e produtos acabados.

A advogada Maria Sequeira, do escritório de João Magalhães, que representa vários dos cerca de 200 funcionários, adiantou que os trabalhadores tomaram a iniciativa de vigiar os movimentos de entradas e saídas na unidade fabril, dado que “nada sabem” sobre a evolução de um eventual processo de venda da firma, cuja insolvência foi decretada em Julho pelo Juízo de Comércio de Guimarães, do Tribunal de Braga.

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A jurista salientou que foi dito aos funcionários que a venda estaria concluída até 31 de Agosto e que o regulamento para a transacção estaria pronto até meados deste mês, “e nada disso aconteceu”.

Sublinha que também lhes foi dito que iriam receber ordenado e parte do subsídio de férias, o que também não sucedeu.

Criticam a venda, já consumada, do sector de tinturaria, pelo preço simbólico de 20 euros, e criticam o Governo, por este se desinteressar da sua sorte, ao contrário do que sucedeu com a insolvência da Dielmar: “nesta firma têxtil estão em causa 200 empregos, um número igual aos que estão em risco na António Almeida & Filhos”, dizem.

A declaração judicial de insolvência, requerida pela empresa, com 185 trabalhadores, concluiu que tem um passivo superior a 23 milhões de euros e 414 credores.

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