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Vereadores do PS criticam Câmara por não manter serviço de saúde no Vade enquanto extensão é requalificada

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Os vereadores do PS Câmara de Vila Verde, José Morais, Luís Castro e Cláudia Pinto, reuniram com o diretor do ACES Gerês Cabreira, Nuno Oliveira, que tutela o centro e extensões de saúde de Vila Verde, para se inteirarem de como o processo de manutenção do atendimento de saúde vai ser feito no período em que a extensão de saúde do Vade encerra para obras de requalificação.

«Confirmamos o que já se suspeitava, ou seja, a ARS nunca se opôs a que o atendimento fosse feito no Vade. Aliás, os técnicos da ARS transmitiram ao presidente de Câmara a possibilidade de manter o serviço em funcionamento no Vade, mas este terá recusado exclusivamente porque não quis suportar os custos», diz o PS.

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Em comunicado, os socialistas referem que, «com metade do valor gasto na gala do Namorar Portugal, a Câmara assegurava o atendimento de saúde no Vade durante os seis meses em que vão decorrer as obras».

«É incompreensível que a Câmara não queira assumir os custos de manter o atendimento médico no Vade. Estamos a falar de valores irrisórios tendo em conta o serviço prestado e os anseios da população», referem.

No mesmo comunicado, os vereadores do PS dizem que transmitiram ao director do centro de saúde que a opção política dos socialistas «seria a de manter o atendimento no Vade, assegurando integralmente os custos».

«Os utentes do Vade são maioritariamente idosos e não se compreende que sejam sujeitos a deslocações diárias para tratamentos ou consultas de acompanhamento. Sensibilizamos ainda o Dr. Nuno Oliveira para a possibilidade de a ARS poder garantir no Vade, no período em que decorrem as obras, atendimento na área da enfermagem aos utentes daquela Extensão de Saúde, pois dessa forma minimizavam-se as deslocações a Vila Verde e garantia-se uma resposta aos anseios da população», frisam.

VILELA FALA EM CUSTOS ELEVADÍSSIMOS

Na última Assembleia Municipal, o presidente da Câmara, António Vilela, disse que os espaços apresentados como alternativa, o pavilhão multiusos e a Casa do Povo, não foram aceites pela ARS Norte, por não reunirem as condições técnicas.

Por isso, segundo o autarca, os responsáveis da ARS Norte sugeriram a utilização do Centro de Saúde de Vila Verde. «Face a esta circunstância não tínhamos alternativa que não fosse essa, a não ser criar uma unidade provisória na Portela do Vade, com custos elevadíssimos», apontou.

Vilela acrescentou que, juntamente com a Junta de Freguesia, vai ser disponibilizado transporte aos utentes que dele necessitem e que os actos administrativos, como marcação de consultas, poderão ser feitos no Espaço do Munícipe do Vade.

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