Pedro Silva avança com uma candidatura independente à Junta de Freguesia de Freiriz, nas eleições autárquicas marcadas para 12 de outubro. Apoiado por um movimento cívico, «sem qualquer ligação partidária», apresenta um projeto centrado «na proximidade com a população, na participação ativa dos cidadãos e num desenvolvimento sustentável e consolidado».
«Esta candidatura nasce da vontade genuína de servir e agir com responsabilidade e transparência. Queremos apresentar um projeto abrangente, comprometido e realista que coloque as pessoas ao centro das decisões, fomentando o progresso territorial e humano», afirma.
Ciente do potencial da freguesia, pretende que este seja «um tempo de debate positivo e construtivo», onde o foco esteja no futuro da comunidade. «Não representamos uma alternativa negativa a ninguém. Não estamos aqui para julgar o passado, mas para propor soluções para o futuro e para apresentar ideias com intuito de melhorar o que é de todos. No debate autárquico, a única coisa que deve importar verdadeiramente é a nossa terra e as nossas gentes», revela.
A candidatura resulta «de um processo de escuta ativa constante», onde cada contributo é valorizado. «É um projeto inclusivo, pensado com responsabilidade e sensibilidade, com base nas reais necessidades da população, dos jovens aos mais idosos, além do compromisso de gerir o espaço público com transparência e sentido de bem comum; sugere.
A candidatura propõe «uma forma mais eficaz de fazer política, com ideias, paixão e compromisso».
Na sua óptica, «a única causa que nos move é Freiriz. Não vimos para fomentar a crítica como instrumento de atuação, mas para construir. O que está bem é para manter, o que não está é para melhorar. E a par disso, implementaremos novas dinâmicas na comunidade. Vamos trabalhar com humildade e responsabilidade para construir um projeto verdadeiramente útil e impactante, e acima de tudo exequível para os próximos quatro anos. O poder autárquico pode, e deve, ser verdadeiramente útil para a promoção da qualidade de vida e bem-estar das pessoas. E Freiriz merece isso».



