Os “reféns estão de volta”. Foi com esta declaração que Donald Trump celebrou o fim do conflito entre Israel e o Hamas, num discurso no parlamento israelita, no dia em que os 20 reféns israelitas que ainda estavam vivos foram libertados.
“Depois de tantos anos de guerra interminável, os céus estão pacíficos e as armas estão caladas”, assinalou o Presidente dos Estados Unidos da América (EUA).
O chefe de Estado norte-americano assinalou que a paz só foi possível, “porque Israel tornou-se mais poderoso”, com o apoio dos EUA.
Trump promete “uma era de ouro” para Israel e o Médio Oriente e acredita que, daqui a várias gerações, “vão olhar para este momento como o ponto em que tudo mudou”.
“Agora, finalmente, para israelitas e palestinianos, o logo e doloroso pesadelo acabou. Este é um momento muito emocionante para todo o Médio Oriente. As forças de terror e ruína estão enfraquecidas, isoladas, e totalmente derrotadas”, sublinha.
O líder norte-americano enalteceu, igualmente, a capacidade do armamento do país no conflito contra o Irão que resultou “na morte de alguns dos terroristas mais influentes” do país.
“Hoje, temos o melhor exército do mundo. Resolvemos oito guerras em oito meses”, indicou, não sendo claro a quais conflitos se referia, para lá da guerra entre Israel e Hamas.
O Presidente dos EUA agradeceu a Steve Witkoff e Marco Rubio, da sua administração, pelos esforços durante o processo de negociação da paz.
Trump também apontou para a guerra na Ucrânia, olhando para os membros da sua administração para dizer que “temos de tratar da Rússia”.
INTERROMPIDO POR DEPUTADO DE ESQUERDA
O discurso de Donald Trump no parlamento israelita foi interrompido por um deputado de esquerda.
A declaração do Presidente dos EUA tinha começado há poucos minutos, quando um elemento do parlamento de Israel interrompeu-o.
Pouco depois, o protestante foi retirado da sala por seguranças.
MARCELO REAGE: “…primeiro passO a caminho de um Paz justa e duradoura”
Numa nota partilhada no site da Presidência, “o Presidente da República saúda a libertação dos reféns israelitas em Gaza, entre os quais nacionais portugueses”.



