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Assalto a loja de Braga vale dois anos de prisão efectiva a arguido

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Participou no assalto a uma loja em Braga de onde levou a bolsa da dona. Foi condenado, por isso, a dois anos de prisão no Tribunal de Braga. Como já tinha 12 condenações, o colectivo de juízes não lhe suspendeu a pena, enviando-o para a prisão.

O Tribunal deu como provado que João Carlos Barreto, de Rio Covo, Santa Eugénia, Barcelos, foi, acompanhado de um outro homem, de nome Rogério, já falecido, no dia 21 de Abril de 2012, à loja “Têxteis Lar”, sita na rua Dr. Egídio Guimarães, em Lamaçães, Braga.

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João Carlos ficou no carro, parado no passeio em frente, e Rogério entrou, disposto – diz o acórdão judicial – a trazer dinheiro, “mesmo que fosse necessário usar a força física”. Encontrou a dona, de nome Ana, sentada numa secretária, e dirigiu-se-lhe, exigindo dinheiro.

Nesse entretanto, reparou que estava uma bolsa em cima da mesa e, acto contínuo, fugiu com ela, entrando na viatura e escapando do local. A bolsa, da marca Parfois, tinha, no interior, um telemóvel e 45 euros,  que os dois fizeram seus.

Com a pressa, o automóvel, que ia na direcção da Escola EB 2 e 3 de Lamaçães, veio a ter um acidente na rotunda de acesso à rua Pascoal Fernandes.

Na valoração da pena, o colectivo de juízes teve em conta as condenações anteriores, por condução sem carta, furto qualificado, posse de arma proibida e furto simples.

“Só a prisão cumpre as exigências de socialização do arguido”, concluiu o Tribunal.

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