O Chega denunciou esta semana a destruição de cartazes do partido em Viana do Castelo, classificando o ato como vandalismo e não como uma forma de expressão política.
“A destruição não é opinião, é vandalismo. Deparámo-nos com cartazes destruídos! Hoje foram os nossos, mas há dias foram os de outros partidos”, refere a nota divulgada pela estrutura local.
Na mesma reação, o partido sublinha que todos têm direito a expressar ideias em democracia e a dar-se a conhecer aos eleitores, mas alerta que rasgar ou arrancar cartazes “não é opinião — é destruição de propriedade, é vandalismo, é crime”.
O Chega lembra ainda que “independentemente do partido político em causa, estes atos são inaceitáveis” e apela ao respeito pela diferença de opiniões como “base de uma democracia saudável”.
Até ao momento, não há informação sobre eventuais participações às autoridades relativamente ao sucedido.




