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Bacia hidrográfica do Cávado com disponibilidade de água a 67 por cento

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A bacia hidrográfica do Cavado apresentava no final de Agosto uma disponibilidade de água de 67,2%, abaixo do registado no mês anterior, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH).

A bacia do Mondego (70,5%) era a que apresentada no final de Agosto maior disponibilidade de água, seguido do Cávado, Douro (66,9%), Guadiana (64,6%), Lima, (63,9%), Tejo (63,1%), Ave (58%), Mira (49,6%) e Arade (43,8%). Já as bacias do Sado (32,8%) e do Barlavento (39%) tinham os níveis mais baixos de armazenamento no final do mês passado.

Vinte e três das 59 albufeiras monitorizadas em Portugal Continental tinham em Agosto reservas inferiores a 40% do volume total e cinco estavam a 80%.

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Contudo, avança a TSF, os armazenamentos de Agosto deste ano por bacia hidrográfica apresentam-se superiores às médias do mesmo mês entre 1990/91 e 2017/18, excepto nas bacias de Ribeiras do Oeste, Tejo, Sado, Guadiana, Mira e Ribeiras do Algarve.

Note-se que a cada bacia hidrográfica pode corresponder mais do que uma albufeira, como acontece no Cávado.

SECA METEOROLÓGICA

O Boletim Climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), divulgado na quarta-feira, indica que Portugal Continental manteve-se no final de Agosto em situação de seca meteorológica, registando um ligeiro desagravamento em alguns locais das regiões do norte e centro.

De acordo com índice meteorológico de seca (PDSI), no final de Agosto, 34,3% do continental estava em seca fraca, 29,6% em seca moderada, 22,9% em seca severa, 12% em seca extrema e 1,2% em situação normal.

O IPMA indica que em relação a Julho, verificou-se no final do mesmo passado uma diminuição da percentagem de água no solo em quase todo o território.

O instituto classifica em nove classes o índice meteorológico de seca, que varia entre “chuva extrema” e “seca extrema”.

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