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Cigarro pode ter originado incêndio no Hospital de Guimarães que obrigou à evacuação de 12 doentes

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Um cigarro pode ter sido a origem de um incêndio que deflagrou na madrugada deste sábado no Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães. Entretanto, a administração ordenou a abertura de um inquérito, avança o Grupo Santiago.

As chamas deflagraram cerca das 04h55 num quarto do piso 8, de cirurgia III – Urologia e Otorrino, o que obrigou à evacuação de 12 doentes que saíram ilesos.

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Em declarações ao grupo de comunicação social vimaranense, o segundo Comandante dos Bombeiros de Guimarães confirmou que no quarto onde ocorreu deflagraram as chamas foi encontrado um cigarro, o que pode explicar o incêndio. Bento Marques salientou o trabalho dos profissionais do hospital, dos pisos, 7, 8 e 9 na evacuação dos doentes.

“Foi um trabalho complexo. Para além da evacuação dos doentes, houve necessidade de combater as chamas que danificaram toda a estrutura do quatro e, depois, proceder à ventilação do piso devido ao intenso fumo provocado”, afirmou.

As chamas foram combatidas por 10 elementos e quatro viaturas da corporação de Bombeiros de Guimarães. Os trabalhos terminados quase cinco horas depois.

CHAMAS COMEÇARAM NUM COLCHÃO

Entretanto, o Hospital de Guimarães ordenou a abertura de um inquérito para apurar as circunstâncias que originaram o incêndio.

Também em declarações ao Grupo Santiago, o responsável pela Higiene e Segurança no Trabalho do Hospital afirmou que após o registo do sinistro foram adoptadas as medidas previstas no Plano de Emergência.

Segundo o enfermeiro Fernando Silva, logo que foi detectado o incêndio o caso foi comunicado à segurança do hospital, ao mesmo tempo que os enfermeiros e pessoal auxiliar iniciaram os trabalhos de evacuação dos utentes e o combate ao incêndio com recurso aos extintores.

Ainda segundo Fernando Silva, é prematuro adiantar as razões que explicam a origem do incêndio, apesar de ter sido encontrado um cigarro no quarto onde deflagraram as chamas.

O mesmo responsável confirmou ser proibido fumar nos quartos e que os doentes apenas o podem fazer no espaço reservado para o efeito.

Fernando Silva assegurou ainda ao Grupo Santiago que as chamas deflagraram num colchão, ficando circunscritas à respectiva cama. Para além disso, em termos prejuízos, acresce uma porta que teve de ser arrombada.

A PSP está a investigar a ocorrência.

Foto: Guimarães Digital

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