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CIM Alto Minho ouviu preocupações de promotores de espetáculos em festas e romarias relacionadas com restrições pela COVID-19

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A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) recebeu na sua sessão ordinária realizada esta terça-feira, 7 de Setembro, em Ponte de Lima, os responsáveis da Associação “AFIRMAR” – uma associação reguladora dos agentes económicos que exercem funções no mercado das festas populares e outros eventos de animação e entretenimento – que, em «representação de mais de 500 profissionais deste sector», expressaram as «dificuldades que o sector atravessa devido aos condicionamentos impostos para limitar a propagação da COVID-19».

Em nota enviada pela CIM Alto Minho pode ler-se que os representantes da associação destacaram as «sérias dificuldades de sobrevivência» dos empresários que actuam sobretudo no sector das festas e romarias, um sector que «dá trabalho a milhares de pessoas» e que, segundo os quais, «está em risco de desaparecer». Salientaram, ainda, a «importância económica» deste sector de actividade, que «representa cerca de 70% de todos os espetáculos realizados ao ar livre de norte a sul de Portugal, com enorme expressão no interior mais profundo».

O Conselho Intermunicipal da CIM Alto Minho, «sensibilizado com todas estas preocupações e considerando a relevância deste sector no desenvolvimento e crescimento da economia local, na preservação e valorização do património cultural imaterial do Alto Minho e na promoção cultural e turística deste território», deliberou «encetar esforços junto do primeiro-ministro e dos ministérios da Saúde e da Cultura, no sentido de serem reavaliadas as medidas e os protocolos necessários para a retoma progressiva das actividades neste sector, em particular ao nível das romarias e festas populares».

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