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Hospital de Braga testa consultas por vídeo-chamada

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O Hospital de Braga encontra-se, “ainda que numa fase experimental”, a implementar “uma melhoria das consultas não presenciais, através da colocação de um dispositivo com câmara e microfone em alguns monitores para adicionar o sistema de vídeo-chamadas nestas consultas, podendo realizar-se assim tele-consultas”, informa a administração.

Durante o processo deste tipo de consulta não presencial o médico acede ao processo clínico do utente, analisa resultados, emite prescrições e, caso seja necessário, solicita exames de meios complementares de diagnóstico e terapêutica para o seguimento do utente em consulta presencial.

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Para o director clínico do Hospital, Jorge Marques, “existem muitas vantagens no recurso a este tipo de consulta, até porque em muitos casos a presença física do utente pode ser dispensada, respondendo-se com o mesmo nível de qualidade assistencial. É cada vez mais actual o recurso às novas tecnologias. No Hospital de Braga já são realizadas consultas não presenciais com dispositivos de telemetria, sendo que o futuro exigirá, cada vez mais, o desenvolvimento de novas ferramentas tecnológicas”.

“O processo das consultas à distância é simples e seguro, promove a continuidade de cuidados e reforça a capacidade da prestação dos mesmos”. afirma.

A administração daquela unidade hospitalar adianta que realizou, desde Maio até final de Julho, mais de 35.000 consultas não presenciais nas várias especialidades.

No actual contexto da pandemia, “o hospital retomou a actividade assistencial realizando, sempre que clinicamente possível, consultas à distância que permitam continuar a dar resposta às necessidades da população e assegurar a continuidade dos cuidados de saúde aos utentes”.

Durante estes três meses de retoma, para além das consultas presenciais, foram realizadas, à distância, 1.360 primeiras consultas e 34.069 consultas subsequentes.

A implementação da consulta não presencial teve como objectivo “reduzir a deslocação dos utentes ao Hospital, bem como retomar de forma progressiva a actividade assistencial que, até então, se encontrava suspensa”.

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