A Fundação Bracara Augusta e a Câmara de Braga, com o apoio de vários parceiros, lançaram esta quarta-feira a edição escolar do Passaporte Património, que pretende estimular nos mais jovens o interesse pela cultura e pela história da cidade.
Segundo o município, “o desafio do Passaporte Património passa por visitar cerca de 70 bens e sítios patrimoniais de Braga pertencentes aos vários períodos da história, desde o pré-romano ao contemporâneo, vivendo uma experiência cultural única, respondendo a reptos e carimbando em cada um dos espaços a sua presença”.
“A iniciativa pretende estimular a curiosidade, o interesse pela cultura e pela história, e a capacidade crítica dos alunos. A versão escolar será distribuída gratuitamente aos alunos do escalão A e B da ação social escolar que frequentem as escolas EB 2,3 de todos os agrupamentos do concelho”, refere a autarquia.
Durante a apresentação, a vereadora da Educação, Carla Sepúlveda, disse que o Passaporte Património é um “instrumento pedagógico” pensado para ser vivido em família.
“Os jovens podem usar este livro para descobrir, preferencialmente em família ou até com os amigos, os nossos tesouros patrimoniais e culturais. Queremos que olhem para Braga com curiosidade, que percebam a história que está por trás de cada lugar e que se sintam orgulhosos por fazer parte de uma cidade com mais de dois mil anos de história”, apontou a vereadora.
Segundo Carla Sepúlveda, a entrega gratuita aos alunos da ação social escolar “promove a inclusão e igualdade de oportunidades no âmbito educativo e cultural, ao permitir que alunos de famílias mais vulneráveis tenham acesso às mesmas oportunidades que os seus pares”.







